maio 07, 2025

Daniel 11 Decodificado

 

 

Páginas 232-234

RESUMO

O desenvolvimento histórico da profecia de Daniel 11 foi dividido em seis seções, seguindo a análise verso a verso do texto profético e as direções combinadas das duas estruturas.

(1) O relato profético prepara o cenário desta história particular com “As Guerras de Miguel” (10:21b-11:4), que cobrem os tempos antes do Novo Testamento, sob os reis persas e gregos. Uma pausa parentética no quarto rei da Pérsia, identificado como Artaxerxes, que marca o ponto de partida dos tempos proféticos de Daniel (cf. 9:24-27; 8:14), sugere desde o início que este conflito tem a ver com a história da salvação.

(2) Então, o texto profético faz um salto na história, seguindo a trajetória no texto paralelo de Daniel 8, e nos leva ao tempo do surgimento do pequeno chifre em Daniel 8. “O Preço do Casamento” (11:5-13a) relata o período conturbado do surgimento do Cristianismo como uma instituição formal e poderosa, com o início das alianças entre Igreja e Estado (Constantino, Clóvis), e os consequentes abusos e iniquidades da Igreja Católica Romana e do papado durante a Idade Média, as Cruzadas e a Inquisição. Em seguida, é seguido pela reação do outro lado, incluindo o cativeiro de Avignon e o surgimento do Renascimento e do racionalismo.

(3) “O Drama da Perseguição” (11:13b-27) descreve o processo de perseguição desde seu estabelecimento e desenvolvimento até sua queda. Este é o tempo das guerras de religião e da perseguição intensa, com a ajuda dos jesuítas. A visão destaca o massacre do Dia de São Bartolomeu e traça as intrigas da conversão de Henrique IV ao catolicismo. Este é o tempo do desenvolvimento das missões estrangeiras, quando a Igreja, apoiada pelos jesuítas, se expandiu para todo o mundo. Este período termina com os eventos dramáticos associados à Revolução Francesa e Napoleão (a “ferida”; cf. Apocalipse 13:12), que marcam a queda do poder perseguidor.

(4) Em “Radioscopia Teológica” (11:28-39), a visão não está mais preocupada com a progressão cronológica da história e se concentra no nervo espiritual do conflito em que a Igreja se opõe a Deus e Seu povo. A iniquidade da Igreja é denunciada (“a abominação da desolação” e a retirada do diário do santuário celestial). O evento em perspectiva é o Dia da Expiação escatológico, o julgamento de Deus.

(5) “O Tempo do Fim” (11:40-44) retoma o último evento profético, o ataque do Rei do Sul (“ferida”), marcando o início do tempo do fim e revelando o cenário do tempo do fim. Usando meios sobrenaturais (cf. Apocalipse 13:13), o Rei do Norte (a Igreja) subjugará as forças do Rei do Sul (o campo secular, não religioso).

(6) “A Vitória de Miguel” (11:44-12:1a) conta a história do confronto final entre as forças do Rei do Norte que vêm do oeste e as forças originárias do leste (o campo de Miguel). Este confronto termina com a destruição do poder maligno e a ascensão de Miguel. Este é o fim do “tempo do fim”.

 

ESBOÇO DA HISTÓRIA SUGERIDA E PREVISTA EM DANIEL 11

11:2 Quarto rei persa: Artaxerxes I (465-424 a.C.).

11:3 Alexandre, o Grande (336-323 a.C.).

11:4 Divisão do reino de Alexandre: os Diádocos [quatro generais] (323-330 a.C.); sucessão a “outros além destes”: Roma implícita (330 a.C.).

11:5-8 Surgimento do Cristianismo e do papado, domínio romano (Diocleciano, Constantino); primeiros compromissos (284-476 d.C.). Invasões de tribos bárbaras: Burgúndios, Francos, Visigodos, Vândalos (370-455 d.C.).

11:9-10 Ascensão da supremacia papal: Ostrogodos deixam Roma (533 d.C.). Cooperação entre Igreja e Estado (Clóvis, Carlos Magno); Cruzadas, Inquisições (476-1400 d.C.).

11:11-12 Cativeiro de Avignon (1309-1377 d.C.); Renascimento e racionalismo (1400-1600 d.C.).

11:13-25a Contra-Reforma Católica (Concílio de Trento, 1545-1563 d.C.); expansão missionária; guerras de religião, perseguição (1600-1789 d.C.): Massacre do Dia de São Bartolomeu (1572 d.C.).

11:22 Perseguição ao povo de Deus; mensagem de conforto e esperança: Crucificação de Jesus (70 semanas, 9:25) e Jesus como Sumo Sacerdote (2.300 tardes e manhãs, 8:14).

11:25b-27 Revolução Francesa-Napoleão, Concordata (1789-1798/ 1801- d.C.).

11:28-39 Relato não cronológico, muda para insight teológico: denúncia e julgamento contra a Igreja por usurpação e apostasia, idolatria (“abominação da desolação”) e crimes e perseguição contra o povo de Deus (“a santa aliança”). Tempos proféticos (1.260 dias; 2.300 dias) significam esperança e julgamento.

11:40-45 “Tempo do fim” (1798-1844 d.C.); retoma o registro cronológico (em 11:25b-27, 1798/1801-):

  1. Intensificação dos ataques políticos contra a Igreja (Concordata, 1801 d.C.; invasão dos estados papais por Napoleão, 1809; papado forçado pelo estado italiano a se retirar, 1870 d.C.), dobrado com agressão intelectual secular (correntes crítico-racionais: Darwin, Nietzsche, Wellhausen, 1850-1900 d.C.).
  2. Recuperação eclesiástica (Vaticano I: 1869-1870 d.C.; Tratado de Latrão: 1929 d.C.). Reconhecimento universal; por isso, ameaça de perseguição contra o povo de Deus que escapará (como Edom, Moabe e Amom).
  3. Movimentos de unidade (incluindo poderes eclesiásticos e seculares).
  4. Frente nacionalista unificada contra o campo de Deus (Armagedom): Fim.
12:1a Vinda de Cristo.

agosto 07, 2022

Identidade


Sempre há tempo para renovações, seja na vida pessoal, familiar, profissional ou espiritual. Nesses momentos, reavivamos os nossos valores, crenças e identidade. A mudança interior é seguida de uma mudança exterior.

A primeira e a segunda mensagens (Apocalipse 14:6-8) foram dadas em 1843, 1844, e estamos agora sob a proclamação da terceira; mas todas as três mensagens devem ainda ser proclamadas. É tão essencial agora, como sempre o foi, que sejam repetidas àqueles que estão em busca da verdade. Mediante a escrita e a voz devemos fazer soar a proclamação, mostrando sua ordem e a aplicação das profecias que nos levam à terceira mensagem angélica. Não pode haver uma terceira sem a primeira e a segunda. CT 373.

A mensagem do terceiro anjo deve ser dada com poder. O poder da proclamação da primeira e segunda mensagens deve ser intensificado com a terceira. T6, 60.

As três mensagens angélicas, agora, estão presentes na identidade visual de Ensaio Profético, formando a letra “e”. Ao centro, as duas primeiras estão intensificadas com a terceira, simbolizada por uma trombeta estilizada.

julho 17, 2022

Novo Hinário Adventista do Sétimo Dia




No último dia 08, foi realizado o lançamento do novo Hinário Adventista do Sétimo Dia, como todos sabem e, para quem quiser adquiri-lo em formato impresso, está disponível à venda no site da CPB por um valor muito bom.

Entretanto, com a singela intenção de auxiliar aqueles pregam e precisam escolher os hinos (eu mesmo, inclusive), assim como os dirigentes de louvor, sonoplastas e também os demais que possuem o hinário antigo e não gostariam de dispensá-lo, pelo menos por enquanto, estou compartilhando duas tabelas com a correspondência dos números dos antigos hinos com os novos e vice-versa.

Na tabela 01, a ordem é feita pelo número do hino antigo. Na tabela 02, a ordem é feita pelo número do hino novo. Fiquem à vontade para compartilhar.

Clique na imagem acima para acessar e baixar em PDF.

Um fraterno abraço!

janeiro 06, 2021

Você não terá nada!


Todos os produtos se tornarão serviços

"Eu não possuo nada. Eu não possuo um carro. Eu não possuo uma casa. Eu não possuo qualquer utensílio ou qualquer roupa", escreveu Ida Auken. Shopping é uma memória distante na cidade de 2030, cujos habitantes tem utilizado energia limpa e pedido emprestado o que eles precisam sob demanda. Parece utopia, até ela mencionar que cada movimento dela é rastreado e os que vivem fora da cidade estão em uma faixa de descontentamento, a representação definitiva de uma sociedade dividida em duas.

Fonte: WEF (Fórum Econômico Mundial)



Ida Auken é uma política dinamarquesa, ativista em desenvolvimento sustentável. Na manchete acima, você acessa um artigo publicado por ela. Veja que é dito: "Bem-vindo a 2030. Eu não possuo nada, não tenho privacidade e a vida nunca teria sido melhor".

Ela conclui o artigo elencando os principais problemas enfrentados pela sociedade.

"Tudo em tudo, esta é uma boa vida. Muito melhor do que o caminho onde estamos, onde se torna claro que não deveria continuar com o mesmo modelo de crescimento. Nós temos todas estas terríveis coisas acontecendo: doenças de estilo de vida, mudanças climáticas, crise de refugiados, degradação ambiental, cidades completamente congestionados, poluição da água e do ar, agitação social e desemprego. Nós perdemos muitas pessoas antes de perceber que poderíamos ter feito as coisas de maneira diferente".


"Foras da lei"

Para o bem do planeta e da sociedade, abra mão de sua liberdade. A rima não foi proposital, mas esta é a realidade. Para tanto, é preciso "não ter nada" para não ter excesso de consumo e de consumistas. Tudo o que há deve estar nas mãos daqueles que tem o direito de lhe dizer o que é melhor e ponto. Devemos, sim, cuidar dos recursos da Terra; todavia, há um interesse muito maior por trás dessas ideias, levantados por autores como Pascal Bernardin (O Império Ecológico), Dom Bertrand de Orleans e Bragança (Psicose Ambientalista) e Roger Scruton (Filosofia Verde).

Movimentos rastreados, pessoas situadas em "uma faixa de descontentamento", sociedade dividida em duas. Isso tudo mostra que o conceito de "aceitação" das minorias deveria ser chamado de "absorção" de minorias. Quem não aceitar o método e o plano dos globalistas, está fora. Haverá, então, lugar no mundo para eles? Eles merecem viver junto daqueles que anseiam o tal do "mundo melhor"?

Depois de apresentar esses dados, finalmente, pergunto àqueles que leem, céticos ou não: isso ainda é "teoria" da conspiração?


janeiro 01, 2021

The Great Reset

"A pandemia representa uma rara mas estreita janela de oportunidade para refletir, reimaginar e redefinir o nosso mundo de modo a criar um futuro mais saudável, mais justo, mais próspero". Klaus Schwab (WEF).

Nesta série intitulada "Ensaios da Síntese Final", pretendo analisar profeticamente o chamado "The Great Reset", proposto pelo World Economic Forum (WEF), o Fórum Econômico Mundial. Como base inicial, estou utilizando um artigo publicado no site da Mises Brasil.

Recentemente, ressurgiu um vídeo (ver acima) produzido em 2016 pelo Fórum Econômico Mundial, no qual a elite global explicitamente aponta oito diretrizes a serem alcançadas até 2030. A pandemia, conforme declarou Klaus Schwab, abriu uma janela de oportunidade para a implementação dessas diretrizes; e a consequente saída de Trump será uma barreira a menos.


8 Diretrizes (traduzidas do vídeo)

1 - Você não será proprietário de nada e será feliz. O que você quiser será alugado e entregue por um drone.

2 - Os EUA não serão a superpotência de liderança mundial. Um grupo de nações terá o domínio.

3 - Você não irá morrer esperando um doador de órgãos. Nós não iremos transplantar órgãos. Nós imprimiremos (em impressora 3D) ao invés disso.

4 - Você comerá menos carne. Carne será um luxo ocasional e não um item corriqueiro. É para o bem do meio ambiente e da sua saúde.

5 - Um bilhão de pessoas serão deslocadas em razão das mudanças climáticas. Nós teremos que fazer um trabalho melhor para receber e integrar refugiados.

6 -  Poluidores irão pagar para emitir dióxido de carbono. Haverá um preço global sobre o carbono. Isso contribuirá para que os combustíveis fósseis se tornem coisa do passado.

7 - Você seria preparado para ir a Marte. Os cientistas terão que descobrir como manter você saudável no espaço. Este é o início de uma jornada para encontrar vida fora do planeta Terra?

8 - Os valores ocidentais serão testados ao ponto de ruptura. Pesos e contrapesos que sustentam nossas democracias não serão esquecidos.

agosto 16, 2020

Fora da Bolha


Há doze anos, a missão deste humilde blog é de alertar a todos quanto aos perigos dos dias em que vivemos. Nem sempre, devido a tantas ocupações, pude aqui publicar de modo regular tudo o que desejei. Na medida do possível, e com os eventos se desenvolvendo, vamos compreendendo paulatinamente o cumprimento das profecias, tanto de Daniel (capítulos 2, 7, 8 e 11) quanto de Apocalipse (12, 13, 14 e 17). Parece ser um grande jogo de xadrez, no qual o inimigo imita os movimentos divinos; no final, sabemos que haverá um xeque-mate do Rei dos Reis.

Dentre as muitas declarações imutáveis na Palavra de Deus, estão as profecias escatológicas. O mundo está sendo preparado, mediante ensaios proféticos, para aceitar um grande e terrível engano. A maioria esmagadora tem aceitado a ideia de que marca da besta será um chip implantado no corpo ou sob a pele, de modo que haverá um controle total da humanidade. Todavia, um acurado estudo das profecias mostra que isso não é verdade.

Sou de formação familiar católica e me tornei adventista há treze anos. Tenho respeito e admiração por muitos dos ideais conservadores (movimentos de direita) e, por isso, dirijo-me especialmente a estes. Dirijo-me também, respeitosamente, aos ateus, céticos e evangélicos. Nas últimas décadas, têm surgido publicações, “fora da bolha” religiosa, que apresentam a implantação de um dia de repouso para o bem da família e para a recuperação do meio ambiente a nível global. Já estão vinculando agora, inclusive, o vírus chinês às supostas mudanças climáticas antropogênicas! Logicamente, implantar algo a nível global parece ser impossível; todavia, nisto residirá o engano sobre a marca da besta. Um chip? Não, absolutamente. Não vai se tratar de algo sofisticado! E isso é algo tão simples e claro como água.

A solução, compulsoriamente, será apenas uma:

LEI DOMINICAL SEMANAL

E a questão principal será:

SÁBADO OU DOMINGO? SELO DE DEUS OU MARCA DA BESTA?

Parece loucura? Pode ser. Para a nossa limitada mente humana, talvez. Entretanto, coisas estranhas têm acontecido ultimamente, não é mesmo? Atos incoerentes de pessoas que detém o poder no judiciário, pessoas sendo presas por não usarem máscaras sozinhas na rua e lockdowns quando se dispõe de um hospital inteiro para atender a população de uma cidade de médio porte. Enfim, você mesmo pode elencar as incoerências que tem visto na mídia. E, tudo isso, tem a ver com poder e dinheiro — o deus deste mundo. Nada mais óbvio do que um decreto a nível econômico para controlar e manipular as pessoas; isso não é novidade para ninguém.

Mas quem deve interpretar o que é selo de Deus e marca da besta? Se está na Bíblia, então, a Bíblia tem que dar a resposta! Isso também deveria ser óbvio! Nos livros de Gênesis, Êxodo, Ezequiel, Apocalipse, etc. encontramos o verdadeiro sinal de autoridade do Criador: o SÁBADO, sétimo dia da semana. Portanto, o domingo se baseia em uma autoridade meramente humana — a Igreja Católica Romana; sobre esse ponto, também posso demonstrar em muitas fontes, inclusive extra bíblicas.


“SÁBADO” DO MEIO AMBIENTE

 No livro “Global Taxes for World Government” (Impostos Globais para o Governo Mundial), de Cliff Kincaid — livro este que, anos atrás, foi indicado pelo famoso professor Olavo de Carvalho como material de consulta sobre o assunto “Nova Ordem Mundial” — encontrei um trecho que faz referência à adoção de um dia da semana para “celebrar”. Antes, um resumo biográfico do autor:

Clifford P. Kincaid Jr, conhecido como Cliff Kincaid é um autor e ativista político conservador. Ele é diretor do Centro para o Jornalismo Investigativo de Precisão na Mídia, uma organização que acredita que muitas das mídias de notícias norte-americanas são vias de ação de candidatos liberais e posicionamentos políticos. Kincaid tem escrito para publicações como Eventos Humanos, antigo jornal semanal que foi convertido em Website. Fonte: Wikipedia.

 


 Leia, com atenção, a tradução do que está na imagem, que contempla a contracapa do livro e a página 179:

 Como acompanhamento do seu livro, “Escravidão Global: O Plano da ONU para governar o Mundo”, Kincaid fornece um olhar penetrante nas agências da ONU que escapam ao escrutínio da mídia liberal, provendo uma pesquisa investigativa de valor para norte-americanos que estão preocupados sobre o futuro da segurança econômica de nossa nação [EUA].

A promoção do Programa de Meio Ambiente da ONU, relativa às atividades do Sábado do Meio Ambiente, são especialmente interessantes. Um desses documentos explica:

‘O Sábado do Meio Ambiente busca revitalizar os ensinos de cada fé e tradição que traga respeito e restauração às criaturas e à biosfera. Ele busca trazer descanso restaurador à Criação e à cada criatura; ele busca trazer alívio da implacável pressão humana. Ele busca tempos e lugares de paz na Terra; ele busca condições que habilitem uma revitalização dos processos que sustentam a Criação e rejuvenescem suas criaturas. O Sábado do Meio Ambiente busca descanso para a Terra’.

Um documento, elaborado por pastores das igrejas dos EUA, aconselha que cada congregação tenha um “dia especial”, presumivelmente um domingo, seja separado para o Sábado do Meio Ambiente. Em uma seção do documento intitulada “Sugestões para a Celebração”, aos pastores são ditas [as palavras]: “Dirijam suas congregações para agirem: não apenas na igreja, mas no lar, na escola, no processo político. Sejam específicos, mencionando questões locais, se possível”.  O mesmo documento inclui orações e música para a “celebração”.

 KINCAID, Cliff. Global Taxes For World Government. Huntington House Publishers, 1997.

 

Orações e música para a celebração? Não há nada novo debaixo do Sol, haja visto Daniel, capítulo 3. Eventos, recentemente, foram feitos unindo política, música, religião, família, meio-ambiente e sociedade — inclusive com idealizadores brasileiros copiando eventos realizados nos EUA, o que é muito interessante. Depois desta onda de pandemia, dizem que o mundo não será mais o mesmo. Talvez, outras ondas pandêmicas venham para forçar o mundo, ainda mais; isso tudo para aceitar, definitivamente, o domínio total de uma entidade aparentemente neutra: Vaticano.

  

The Send Brasil, 2019.


Together (evento nos EUA, em 2016), com a proposta de um "Reset".


Quem apoiou?



Together (marcado para esse ano), com a proposta de uma "Restoration".


Nova proposta de um "Reset", em 2021, pelo Fórum Econômico Mundial.


        Não gosto de rótulos, mas preciso especificar. Aos irmãos conservadores, eis o meu alerta; aos irmãos ateus, céticos e evangélicos, também o meu alerta:

Haverá imposição de uma lei dominical e quem se render a ela, sabendo que esta é um sinal de um poder humano em contrafação a um mandamento divino enfrentará as consequências. Está revelado no Livro dos Livros — perseguido, combatido, relativizado, mas sempre atual. Leiam, por exemplo:  Apocalipse 14:6-12; Êxodo 20:8-11; Ezequiel 20:12,20.

Aos irmãos adventistas, tomo emprestado uma frase dita em vídeo por Michelson Borges: “Não somos da esquerda, nem da direita. Somos do alto!"

 A esta frase, eu gostaria de adicionar: Nem lealdade ao rei do Norte (Vaticano), nem lealdade ao rei do Sul (ateísmo e progressismo), mas ao Rei do Universo!

Queremos o melhor para nosso Brasil enquanto Jesus não volta. No entanto, não esperamos pátria definitiva nesse mundo!

Escreveu o apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo:

Irmãos, sigam unidos o meu exemplo e observem os que vivem de acordo com o padrão que lhes apresentamos. Pois, como já lhes disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo. Quanto a estes, o seu destino é a perdição, o seu deus é o estômago e têm orgulho do que é vergonhoso; eles só pensam nas coisas terrenas. A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente um Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, para serem semelhantes ao seu corpo glorioso.

 Esta é a nossa esperança.  A nossa verdadeira pátria está por vir, quando Jesus voltar e aniquilar todos os reinos desse mundo e, principalmente, o reino do pecado. Fora da bolha” religiosa, dos nossos livros e da Bíblia Sagrada, podemos encontrar evidências do que cremos. Basta pesquisar. Quem viver, verá!

 

agosto 09, 2020

"Teoria do Bolo de Chocolate": Um Conto Criativo

Com a crise econômica, após quase trinta anos de dedicação e serviços prestados, Thomas ficou desempregado. Com a indenização recebida, adquiriu e restaurou uma abandonada edificação, contratou empregados e, em apenas cinco anos de muita luta, tornou-se um empresário de sucesso de uma rede de supermercados.

Certo dia, quando um de seus caminhões fazia entregas de mercadorias, uma criança distraída atravessou a rua de bicicleta. Surpreendido pela iminência do acidente e tentando desviar, o motorista girou o volante ao máximo e deu uma freada brusca – isto lhe fez perder o controle do veículo, que começou a capotar.

Thomas era um homem de sorte. Seu falecido avô havia sido dono de uma transportadora e lhe deixara, por herança, um caminhão baú de porte médio. De fabricação canadense, o caminhão chamava a atenção de todos na vizinhança, tanto pela beleza quanto pelo ruído do motor, que fazia estremecer as vidraças. Na cabine, havia um conforto invejável; tinha bancos de couro legítimo, ar condicionado, câmbio automático e computador de bordo.

Naquele fatídico dia, no interior do baú e enquanto o caminhão capotava, as caixas de ovos se abriram, bem como os sacos de farinha, as caixas de leite, as latas de achocolatado em pó, os tabletes de manteiga, os pacotes de açúcar, os envelopes de fermento e os confeitos coloridos. Também estava junto de tudo isso um cantil redondo que, sendo esquecido por um dos entregadores, partiu-se ao meio. Com o movimento do caminhão, partes daqueles ingredientes foram sendo misturados e depositados em uma das metades do cantil.

Em face da morte, a mente de Andrew, o motorista, foi inundada por um turbilhão de pensamentos do seu passado. Cenas da infância e da convivência com os pais, do casamento recém realizado e da amada esposa, grávida, misturadas à uma adrenalina jamais sentida, agitaram-no por inteiro. Respirando fundo, enquanto os vizinhos foram chamar os bombeiros, Andrew conseguiu libertar-se do cinto de segurança e sair sozinho da cabine.

Aos poucos, um forte odor de material inflamável foi percebido. Pressentindo o perigo, Andrew gritou a todos que se afastassem do caminhão, pois havia vazamento de combustível. Instantes depois, uma moderada explosão fez com que os vizinhos corressem definitivamente dali. Cerca de quarenta minutos depois, os bombeiros chegaram em seu velho e valente caminhão vermelho e, munidos de extintores, conseguiram extinguir as chamas.

Vinte anos depois do acidente, Andrew sorria e dizia que, abrindo o baú do caminhão, para surpresa dele e dos bombeiros, estava lá um lindo bolo de chocolate decorado. Obviamente, todos sabiam que ele estava brincando, porque explosões nada criam, apenas destroem. Entretanto, essa curiosa lenda acabou se espalhando. Quando questionado, Thomas dizia que a explosão não poderia ter criado um bolo de chocolate, da mesma maneira que não havia criado um caminhão novo. Aposentado de suas atividades, sempre repetia que as histórias, bolos de chocolate e caminhões precisam ser planejados e construídos por uma mente inteligente.

junho 30, 2020

"Dark Age: Noon Of The Papacy, Midnight Of The World"




Baseado nos capítulos 3 e 4 do livro "O Grande Conflito", eis o vídeo dedicado ao Sarau do curso de Letras da Unisul 2020.

Clique na imagem acima para acessá-lo ou copie e cole no seu navegador o endereço abaixo:

https://vimeo.com/431658894

Breve virá!

abril 24, 2020

Materiais para Download


Os materiais publicados neste blog, agora, estarão disponíveis em uma pasta pública no Google Drive. 

Lá você vai encontrar livros, artigos e estudos bíblicos em PDF, palestras em áudio e minhas apresentações. Pouco a pouco estarei disponibilizando o que for relevante.

Há um link direto para a pasta na barra lateral.

Fique à vontade para compartilhá-los como folhas de outono, assim como todos os bons materiais divulgados oficialmente pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Seja um instrumento na divulgação do que pode salvar vidas e causar despertamento enquanto há tempo! Breve virá!

março 24, 2020

Foras da Lei


Uma abordagem da Polícia Civil na Praia da Galheta, em Florianópolis, acabou resultando em uma "tempestade de areia" que afastou banhistas que desrespeitaram a quarentena imposta no estado. O caso ocorreu durante sobrevoo do helicóptero do Serviço Aeropolicial (Saer) com a intenção de fiscalizar o decreto que impõe restrições contra o coronavírus, como a permanência em espaços públicos como parques e praças.

Fonte: G1




Não é novidade que, no Brasil, as leis são desrespeitadas. Todavia, as restrições de liberdade vão ficando evidentes (embora escondidas nas entrelinhas das notícias), em prol do bem comum. Onde vai parar isso? Apocalipse 13 tem a resposta: o sinal de autoridade da igreja de Roma será recomendado com insistência e, logo após, decididamente imposto, contando com o apoio popular. Primeiro nos Estados Unidos, depois no resto do mundo.

Uma grande crise, ainda maior, está prevista profeticamente. Melhoria econômica, cuidado do meio ambiente, estreitamento das relações familiares,  ganho de moralidade, controle de epidemias, aumento na qualidade de vida dos trabalhadores, enfim, tudo parece estar convergindo para uma solução brilhante: vamos parar nossas atividades por um tempo, escolhendo um dia da semana em comum. Parece ingênuo, em um mundo pluralista, mas é algo bem simples. "Sábado ou domingo, apenas? Tu é maluco..." Não. A questão é: eu reconheço a autoridade do DEUS CRIADOR ou a autoridade da igreja de Roma, um poder meramente humano e que recebeu do dragão o seu poder, seu trono e grande autoridade!  

Comoção mundial, histeria generalizada, desinformação, caos. O cenário vem sendo preparado. Essa maré de crise vai passar, com certeza. Mas logo, sim, em tempestades de eventos bem piores, virá a grande tribulação, conforme relatada em Daniel, capítulo 12. Essas perturbações globais só aumentarão até que o Senhor Jesus Cristo, o Senhor dos Senhores, Rei dos Reis, volte a essa Terra para libertar aqueles que o amam e aguardam a Sua vinda.

Os ensaios do fim estão aí, desde já, para quem quiser ver! Breve virá!

março 22, 2020

Bomba Relógio


Os números acima não são fixos. Tal como um efeito borboleta, esse maldito vírus servido com animais silvestres e assimilado por humanos foi se espalhando e chegou até nós. Produção chinesa em laboratório com intentos econômicos? Pode ser, pois há mais coisas entre o céu e a terra do que nós possamos julgar. Entretanto, um vídeo do Dr. Rodrigo Silva me chamou a atenção. Trata-se de um artigo científico, publicado em 2007, que alertava quanto ao consumo de animais silvestres (que biblicamente são considerado imundos).

Link do artigo aqui!




Segundo os pesquisadores, na conclusão do estudo (ver imagem acima):



"A presença de um grande reservatório do vírus do tipo SARS-CoV em morcegos-ferradura, juntamente com a cultura de comer mamíferos exóticos no sul da China, é uma BOMBA RELÓGIO. A possibilidade do ressurgimento da SARS e outros novos vírus de animais ou laboratórios e, portanto, a necessidade para uma preparação não deveria ser ignorada".



E o que dizem as notícias?


Um estudo, realizado pela Universidade de Pequim em conjunto com a Universidade de Bioengenharia de Wuhan, indica que cobras da espécie Bungarus multicinctus, conhecidas como “krait chinesas”, podem ser a origem da possível pandemia que teve início no país asiático.


Utilizando amostras de pacientes contaminados, os cientistas das universidades locais estudaram seu código genético e utilizaram microscópios para fotografá-los. Feito isso, eles compararam o DNA com as sequências de proteínas do mesmo vírus encontrados em animais, como pássaros, ouriços, morcegos e cobras.

https://exame.abril.com.br/ciencia/cobra-pode-ter-iniciado-a-transmissao-de-coronavirus-dizem-cientistas/

Se tal vírus veio de morcegos, cobras ou pangolins, não importa. O que importa é que há animais imundos sendo consumidos e estamos pagando o preço por não respeitarem a ordem divina a respeito do que se deve comer ou não. Recomendamos o livro de Levítico, capítulo 11.

Interessante que, quando um animal come um ser humano, o mundo acha estranho. Agora, quando um ser humano inventa de comer um animal, por mais estranho que esse animal seja, o mundo quer logo saber qual é a receita.

Agora, em relação a manter todos em quarentena, isso está parecendo um ensaio de uma lei que vai tirar a nossa liberdade. Logo veremos um decreto impondo o descanso dominical. Quem viver, verá!

março 20, 2020

Como tudo começou?



Estou aqui escrevendo no meio de uma pandemia de coronavírus na região de Tubarão, Santa Catarina. Por decreto, o governador do Estado, o prefeito municipal e as autoridades de saúde recomendaram ficar em casa. Estou trabalhando em Home Office. Agora, creio que vou ter algum tempo para me dedicar à escrita neste blog.

Não estive inativo espiritualmente, contudo. Estive, sim, produzindo e trabalhando muito pela igreja da qual sou membro e ancião. Me casei e estou estudando na escola do casamento. Fiz e estou fazendo faculdade, além de trabalhar em uma empresa privada. Fique tranquilo!

Mas, como tudo começou?


No ano de 2008, quando eu estava indo para o trabalho (caminhando, por pouco mais de 5 km), e imaginando um novo nome para este blog. Queria um nome que representasse o que eu estava observando ao meu redor, em consonância com as profecias que estava conhecendo e estudando. As coisas que eu analisava pareciam experiências que apontavam para realidades maiores que deveriam (e ainda devem) acontecer. Assim, neste blog, eu queria mostrar fatos em paralelo com a Bíblia e com o espírito de profecia. Eu queria, e ainda quero, despertar mentes através da escrita, minha paixão pessoal desde a infância. Não quis, entretanto, escrever longos textos e seguir métodos definidos. Eu queria algo objetivo, porém, bem escrito e reflexivo. Então, duas coisas se uniram: (1) prova ou experiência e (2) textos literários breves e informais.




Para se chegar ao nome escolhido, precisou de algum ensaio também. Tubo de ensaio, Tubo de Ensaio sobre Profecias, Ensaios... Ensaio Profético!

Então, lembre-se: OS FATOS SÃO ENSAIOS DO FIM QUE SE APROXIMA!

Restrição das liberdades individuais é um desses ensaios do tempo do fim, quando os que não se dobrarem a um decreto que coloca o domingo como dia de repouso sofrerão penalidades, como multas e prisões.

Paro por aqui, por enquanto; porque, como já disse, este é apenas um Ensaio!

maio 21, 2017

Profecia em Imagens

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março 05, 2017

O Rico e Lázaro

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Para complementar o vídeo abaixo, extraído do programa "Na Mira da Verdade", que vai ao ar na TV Novo Tempo (Canal 14 da Sky, 214 da Oi TV, 184 da Claro TV), todas as segundas e quartas, às 21 horas, transcrevo também a postagem original do blog Gilson Medeiros.



A Rede Record tem se especializado em fazer novelas e filmes sobre histórias da Bíblia. Isso é bom ou ruim? Depende...

Aqueles que conhecem, de verdade, a Bíblia, sabem distinguir o que é pura ficção (às vezes, frontalmente oposta as Escrituras) e realidade bíblica. Quem se limita apenas a conhecer a história através do que é mostrado na TV, está "engolindo" muita heresia... [NOTA #EP: destaco positivamente os efeitos especiais, figurino e cenários].

Para as próximas semanas, a emissora está anunciando uma dramaturgia com o tema do RICO E LÁZARO. Ainda não dá para saber se estará baseado na parábola de mesmo nome nos Evangelhos... Em todo caso, é aguardar para ver.

Como alguns leitores do Blog solicitaram uma explicação sobre a passagem encontrada em Lucas 16:19-31, conhecida como a "Parábola do Rico e Lázaro", estou atualizando aqui um texto disponibilizado há algum tempo.

Como entender a parábola explanada por Jesus:

Esta parábola nada diz das almas imortais que "saem" do corpo depois da morte, como alguns espiritualistas creem (tanto espíritas, quanto católicos, quanto evangélicos). Além do mais, um princípio fundamental de interpretação bíblica determina que não se pode basear doutrinas sobre parábolas ou alegorias, pois tais históricas são meramente ilustrativas.

Eis aqui algumas razões que impedem tomar os personagens desta parábola de forma literal:

1. Se esta parábola for tomada em forma literal, as Sagradas Escrituras estariam se contradizendo quanto à inconsciência dos mortos até o dia em que ressuscitam (cf. Eclesiastes 9:5, 6 e 10; João 11:11-14; 5:28-29). Vê-se que o ensino bíblico é de que os mortos não estão no Céu, nem no purgatório, nem no inferno (Atos 2:29 e 34; Jó 3:11-19; 17:13). De modo geral, os cristãos creem que o Espírito Santo não pode contradizer-se (2 Timóteo 3:15-17; 2 Pedro 1:21), portanto, não podemos considerar a parábola como sendo a expressão literal do tema da morte.

2. Se esta parábola for tomada literalmente também devemos aceitar que o Céu e o inferno estão tão próximos que os salvos e os condenados podem ver-se e ouvir-se. Este seria o maior castigo que poderiam receber todos quantos se salvem, pois estariam vendo e ouvindo seus entes queridos que se perderam em sofrimento. Que absurdo! E tanta gente acredita nesta falácia! A Bíblia declara abertamente que os maus serão totalmente destruídos (Salmo 37:9 e 20).

3. Se esta parábola for interpretada literalmente, contradiz-se a crença popular de que a alma abandona o corpo no momento da morte, pois na parábola é dito que Lázaro e o rico estão presentes no "pós-morte" com seus próprios corpos físicos, pois se mencionam o “dedo” de um e a “língua” do outro.
Todos sabemos que o corpo permanece na tumba e se desintegra totalmente. Além disso, a sede que sente o rico é própria do corpo, e, afinal de contas, de que serviria um “dedo” molhado “em água” para aliviar os rigores extremos de um fogo verdadeiro? Vê-se que toda a história é recheada de simbologias, alegorias e analogias.

Conclusão:

Poderíamos explorar muito mais os detalhes da parábola, mas pelas razões acima já é possível concluir-se que o relato não é literal, e faz parte de uma série de cinco parábolas que Jesus pronunciou (Lucas 15 e 16) para destacar verdades básicas.

Jesus baseou esta parábola numa crença comum entre os judeus, mas contrária às Escrituras, e que havia sido trazida da cultura de Babilônia, Egito e nações circunvizinhas.

Nosso Senhor tomou muito das coisas conhecidas por Seus ouvintes para apresentar Suas parábolas; uma maneira fácil de chegar ao coração, mas não necessariamente uma aceitação incondicional do material, e sim um argumento que servia de meio para destacar um ensino.

Por outro lado, os judeus colocavam Abraão acima de Jesus: “Nosso pai é Abraão ... És maior do que o nosso pai Abraão... ?” (João 8:39 e 53; Mateus 3:9). E Jesus põe na boca de Abraão as palavras que este haveria de ter dito em pessoa: “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos” (São Lucas 16:29-31).

É comum a Bíblia personificar seres inanimados. Por exemplo: as árvores se reúnem para nomear um rei (Juízes 9:8-15); “O cardo ... mandou dizer ao cedro ... Dá tua filha por mulher a meu filho” (2 Reis 14:9); “Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento” (Habacuque 2:11); “Se eles se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lucas 10:40; Mateus 3:9; ver Jó 12:7 e 8).

Também devemos tomar estas declarações de forma literal? É óbvio que não!

O objetivo de Jesus não era que os elementos fossem considerados de forma literal, com relação à vida após a morte, mas sim os dois princípios gerais que se destacam nesta parábola: 
1. Que a recompensa se baseará na conduta adotada enquanto se vive;
2. E que o importante é obedecer à Palavra divina, e não confiar em nossa raça ou origem, nem mesmo sendo carnalmente “filhos de Abraão”.


Adaptado de: "Tira Dúvidas", Voz da Profecia.


NOTA #EP: E, depois dessa novela "O Rico e Lázaro", já está programada outra. O tema? Apocalipse...

fevereiro 28, 2016

Encontro de Anciãos AC (Palestras em Áudio)



O Encontro de Anciãos da Associação Catarinense foi realizado no último dia 13 de fevereiro em São José (SC), reunindo cerca de 700 pessoas. Os líderes foram convidados a realizarem um evangelismo em outro bairro de sua localidade na Semana do Calvário (20 a 26 de março). E o engajamento foi positivo, provocando fila para pegar o kit missionário. 

O evento contou também com convidados especiais. Um deles foi o pastor Montano de Barros, líder dos anciãos das Igrejas Adventistas no Sul do Brasil (União Sul Brasileira – USB) que falou sobre o papel do ancião na igreja e em casa. Quem também esteve presente foi o pastor Alex Palmeira, líder do Ministério Pessoal – USB, que destacou a importância do ancião estar envolvido no Cada Um Salvando Um. Outro convidado foi o pastor Emilson Reis, professor de teologia no UNASP: “A pregação tem que ser bíblica, religiosa, cristocêntrica, relevante e clara”, comentou o pastor, que é especialista na área de criação de sermões.


Vindo dos Estados Unidos, o Encontro de Anciãos recebeu também o pastor Richard Elofer, líder mundial das congregações judaico-adventistas, que destacou a importância do bom diálogo com o povo judeu. Acompanhando o pastor Elofer e o auxiliando na tradução esteve presente o pastor Reinaldo Siqueira, líder da mesma área para oito países da América do Sul. “Trouxemos esses convidados para preparar nossos anciãos para um ano abençoado. Estamos felizes porque percebemos o comprometimento de cada um em ter mais comunhão, mais relacionamento e mais missão”, explica o pastor Derli Agostini, Ministerial – AC.


Ao final do evento dois batismos, resultado do trabalho missionários de anciãos, emocionaram os presentes.

Fonte: Associação Catarinense

Tive a grata oportunidade de participar desse evento e, por isso, estou disponibilizando abaixo as gravações em áudio de três palestrantes:

 
Pr. Emilson dos Reis



Pr. Montano de Barros


Pr. Richard Elofer (com tradução do Pr. Reinaldo Siqueira)

As gravações foram feitas através do celular, mas estão na maior parte compreensíveis. Bom proveito!