agosto 05, 2013

Sol de Maio


Diretamente do "fim do mundo", como ele mesmo disse, veio o pontífice. E, da Argentina, temos algo interessante a analisar.

O Sol de Maio é um dos emblemas nacionais da Argentina e do Uruguai, presente em suas bandeiras e escudos.

"É uma representação do deus Sol Inca, Apu Inti. A versão que figurava na primeira moeda argentina e em sua atual bandeira, contém dezesseis raios retos e dezesseis ondulantes intercalados que saem de um sol com rosto humano. A versão que utiliza a bandeira do Uruguai conta com oito raios retos e oito ondulantes, também intercalados".


"Apu Inti (o Sol), chamado "Servo de Viracocha", exercia a soberania no plano superior ou divino, do mesmo modo que um intermediário, o Imperador, chamado "Filho de Inti", reinava sobre os homens. Inti era a divindade popular mais importante: era adorado em muitos santuários pelo povo inca, que lhe rendiam oferendas de ouro, prata e as chamadas virgens do Sol".

Fontes (de referência):
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sol_de_Maio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Apu_Inti

Para maiores detalhes sobre Apu Inti, clique aqui.

Curiosamente, o emblema dos jesuítas tem a mesma representação solar, ou seja, dezesseis raios retos e dezesseis ondulantes intercalados que saem de um sol. A diferença é que não existe um rosto, mas a sigla IHS.


IHS, segundo a ordem, significa "Iesus Hominum Salvator" (Jesus, Salvador dos homens). Mas, segundo as fontes ocultas, significa "Isis, Horus e Set", a trindade pagã egípcia. Neste link, você encontrará mais alguns detalhes de como isto se encaixa também na adoração solar.

É impressionante como quase tudo no Vaticano está relacionado ao Sol. E um cumprimento profético interessante pode estar diante de nós... O poder papal atual, de um jesuíta, oriundo de um país que tem o sol como símbolo, colocando todos sob sua autoridade mediante o domingo (dia do Sol, "Sunday") como dia de repouso e santificação.

A Maçonaria também tem uma certa simpatia com o Sol... Coincidência?



Pode parecer ingênuo, mas este é apenas o segundo capítulo da série. Há muito mais a desvendar.

Fique ligado no Ensaio!

agosto 04, 2013

Citações de "A História Secreta dos Jesuítas"




Estou iniciando aqui uma nova série, denominada "Ensaios do Fim", na qual irei apresentar algo do que tenho lido, ouvido, estudado e observado acerca do panorama profético. Enquanto há liberdade para expor o que deve ser exposto, uso-me desta para fazer ecoar as vozes de denúncia, de despertamento e de esperança que estão em dezenas ou centenas de sites e blogs dedicados a mensagem da verdade presente.

A pregação da justificação pela fé, dada na mensagem dos três anjos (Apocalipse 14), implica na denúncia do falso caminho de "paz e segurança", onde residem direitos humanos que pisam a lei de Deus (advogado pela ONU, pelos cabeças das nações e pelo papado) e na exaltação de Cristo, de Seu caráter, de Sua autoridade, de Sua lei e do Seu reino, que virá e que será jamais destruído (Daniel 2:44). "O Meu reino não é deste mundo", disse o Senhor (João 18:36).

Nesta postagem, inicialmente, apresentarei apenas algumas citações do livro "A História Secreta dos Jesuítas", de Edmond Paris, disponível neste link. Publicado há algum tempo, traz uma leitura muito atual do que podemos observar através das atitudes do carismático e novo pontífice romano, que recentemente esteve no Brasil (onde o catolicismo está em decadência e o número de evangélicos tem crescido). Leia e tire suas conclusões.

"A História Secreta dos Jesuítas"

Não há pessoa mais qualificada para fazer a introdução do livro de Edmond Paris, "A História Secreta dos Jesuítas", que o Dr. Alberto Rivera, ex-sacerdote jesuíta, criado desde os sete anos de idade em um seminário na Espanha, sob extremo juramento e os mais rígidos métodos de indução, treinado inclusive no Vaticano, que resumiu a história dos jesuítas.

Os homens mais perigosos são aqueles que aparentam muita religiosidade, especialmente quando estão organizados e detêm posições de autoridade, contando com o profundo respeito do povo, o qual ignora seu sórdido jogo pelo poder nos bastidores. Esses homens chamados "religiosos", que fingem amar a Deus, recorrerão ao assassinato, incitarão revoluções e guerras, se necessário, em apoio à sua causa. São políticos ardilosos, inteligentes, gentis e de aparência religiosa, vivendo em um obscuro mundo de segredos, intrigas e santidade mentirosa.

Ao mesmo tempo em que novas gerações de leitores surgem, novas gerações de jesuítas aparecem, e estes, trabalham ainda hoje, com os mesmos métodos tortuosos e tenazes com os quais tão frequentemente no passado fizeram funcionar os reflexos defensivos de nações e governos.

No momento em que Ignácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão que a única possibilidade de sobrevivência para a sua "igreja" seria através do reforço dos cânones. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas, conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade.

"O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas", era a proposta pessoal de Ignácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente [a partir do século XVI], infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída.

Os filhos de Loyola, mais do que nunca, são a ala dominante da Igreja Romana. Tão bem disfarçados quanto antigos, continuam a ser os mais eminentes "ultramontanos"; os agentes discretos mas eficazes da Santa Sé em todo o mundo; os campeões camuflados de sua política; a "arma secreta do papado".

Resumindo: "A Companhia de Jesus é o agente mais qualificado, mais perseverante, mais destemido e mais convicto da autoridade papal", como a descreveu um de seus melhores historiadores.

Um adendo: na figura acima, temos representados, em primeiro plano, Inácio de Loyola e... São Francisco Xavier, fiel companheiro de Inácio e também jesuíta, que levou o catolicismo até à Ásia. Teria Bergoglio escolhido seu nome papal apenas em referência a São Francisco de Assis? O que mais existe por detrás deste novo nome e deste inédito reinado jesuíta?

Pode parecer ingênuo, mas este é apenas o início desta série.

Fique ligado no Ensaio! Breve virá!

abril 14, 2013

Translação


Crise econômica, terremotos, conflitos, violência, pedofilia, tráfico de drogas, incêndios, meteoros, tornados, enchentes, desastres aéreos, ameaças nucleares e a lista continua... são noticiados constantemente, como ondas que chegam à praia, conforme a maré.

Há um ano, após a última postagem deste blog (abril de 2012), mantive minhas atenções à mídia e, vez ou outra, divulguei, através das redes sociais, fatos e matérias que fui encontrando de mais interessante em minhas leituras pela Internet, inclusive nos blogs adventistas. E muitas coisas aconteceram nestes últimos meses.

Vivemos uma intensificação das "dores de parto" (Mateus 24:8). É contundente dizer que não resta dúvidas de que estamos caminhando para eventos mais expressivos e decisivos, e a magnitude do conflito implica em um final de grandes proporções. 

A sociedade, em geral, está caindo aos pedaços e sendo condicionada, paulatinamente (muitos, sem se dar conta disso), a um padrão "gado" de ser (já ouviu falar em "efeito manada"?). Tal padrão é caracterizado pelo humanismo, pelo "pecadismo", pelo hedonismo, pela ganância, pelo panteísmo e outra vez a lista continua.

A autoridade da igreja romana, agora, está se reerguendo em meio ao caos em que se encontra. A ferida mortal (Apocalipse 13:3) está sendo curada a olhos vistos e o mundo todo parece estar disposto a obedecer ao papado, e há quem diga que "não resta nem mais cicatriz". A ONU, através de seu representante, também manifestou sua disposição ao mundo. E deveríamos nos surpreender se, por exemplo, o casamento homossexual for "liberado" pelo papa? Afinal, ele é quem preside o sistema Babilônia (Apocalipse 17:5).
 
O diálogo interreligioso, vital para a supremacia da igreja romana, voltará a se acentuar. Ela é a autoproclamada "mãe" da fraternidade independente da religiosidade que se queira professar (ecumenismo) e da união de todos pelo bem do meio ambiente (ECOmenismo). 

E por que não falar da queda da soberania das nações, cujos mentores são jesuítas como o papa atual (estamos no fim mesmo...). Eles anseiam implantar um banco mundial, mas, para tanto, precisam derrubar os governos que ainda resistem à sua influência: Coreia do Norte e Irã, principalmente. Assim, dividirão o planeta em 10 grandes blocos ou reinos (Apocalipse 17:12).
 
Outra coisa que percebi um tempo atrás: há uma pressão "invisível" exigindo que as pessoas trabalhem muito, estudem muito, se ocupem demais, não tenham "tempo pra respirar" (fiquem até lunáticas de tanto se envolver com essas coisas, a fim de atingir metas cada vez mais superiores ou manter padrão de vida), com a intenção final de que um dia por semana de descanso seja clamado pela sociedade.

Outro fato: estão "descobrindo" na Europa que o homem rende mais em seu trabalho descansando um dia por semana, e isso seria benéfico para a economia. Tal dia, obviamente e profeticamente, seria o domingo, a "bandeira" da igreja de Roma.

Vemos todo tipo de bebidas alcoólicas sendo vendidas e consumidas como água, jovens e adolescentes se acabando no crack e em outras drogas, os prazeres efêmeros, o egoísmo (que é o ponto de partida de todos os males), o espiritismo pregado pelos filmes, seriados e novelas (gente que não lê a Bíblia, mas que lê a "coleção dos vampiros" e outros venenos mentais), a restrição das liberdades individuais (via e-mail, cartão de crédito e outros). E o que dizer das "músicas"? Apelam explicitamente ao sexo ("Amor de Chocolate" era a música que estava sendo executada quando  a boate Kiss foi incendiada, só pra citar um exemplo), transformam a mulher em objeto a ser jogado em um carro, falam em beber até não ficar em pé, e por aí vai. É uma ofensa ao vocábulo 'música' chamar esse lixo de música.

No mundo religioso, vemos igrejas (nem todas) vendendo falsamente bênçãos em nome de Deus e enriquecendo seus líderes. A mentira sendo pregada com pitadas de Bíblia. Ou a verdade com pitadas de mentira o suficiente para desvirtuar tudo.

Mesmo entre os cristãos, o apóstolo Paulo escreveu que nos últimos dias haveria tempos difíceis (2 Timóteo 3). Aquela lista de pecados é de cristãos, pois ele fala em "aparência de piedade". O evangelho será pregado e, então, virá o fim (Mateus 24:14). Por mim, ele está sendo pregado? Analisemos nossas vidas.

Caos. 6 mil anos de pecado. Do caos, porém, está surgindo a nova ordem mundial satânica.

Somos todos vítimas de um sistema, aprisionados (ainda) pela tragédia do pecado nesta "matrix" diabólica, o "mundo que jaz no maligno". Mesmo as suas instrumentalidades humanas, a seu serviço, são vítimas, porque são escravas dele.

Diante desse contexto angustioso, lembro que ainda temos o Espírito Santo. Sua atuação é a refreadora. Mas Ele está Se retirando... Imagine quando não O tivermos mais. Acontecerão "coisas estranhas". Se hoje há crimes tão banais, motivados por insignificâncias, que haverá então?

Vivemos dias solenes e difíceis, e viveremos piores logo. Por um lado, isso é bom, tendo em conta que devemos desejar ser desarraigados desse mundo.
 
Graças a Deus, ainda assim, pois haverá quem ouça "Sai dela [de Babilônia], povo meu!" (Apocalipse 18:4) e porque a Operação Resgate está chegando. Que possamos ser achados dignos de sermos os resgatados. A “Pedra” está a caminho (Daniel 2:45) e virá dar fim ao tempo de aparente paz e segurança que irá se instaurar em breve.

"Nos resta pouco tempo".

Pode parecer ingênuo, mas este é apenas um ensaio.
Enquanto há liberdade para pregar a verdade, que ela seja pregada.

De volta, Ensaio Profético. Mas, até quando haverá ensaios, eu não sei.