outubro 25, 2013

Crises planejadas


[Mais uma "pedra" que está clamando...] 

"A crise tem sido planejada para instaurar um pensamento único e um governo mundial".


A escritora e colunista Cristina Martín, de Sevilha (Espanha), denuncia em seu livro "Perdidos", os "planos secretos" do clube Bilderberg [recomendo que assistam ao documentário "End Game" para entender melhor sobre esse clube], um lobby internacional criado em 1954 e formado por personalidades da política, das finanças e da cultura que a autora qualifica de "verdadeiros amos do mundo" e que os responsabiliza pela crise econômica desatada em 2008, após a quebra do banco Lehman Brothers. "A crise é um produto de laboratório, planificado e desenhado deliberadamente. A Europa tem se convertido em um campo de experimentação a nível internacional", segundo ela.



A autora adverte em seu livro sobre o controle dos meios de comunicação e das mensagens que se lançam em torno da crise e que, segundo ela, "tratam de manipular a opinião pública com um pensamento único que nos leve a um governo mundial". O objetivo? "Mais que econômico, o objetivo deste governo mundial é o poder. Poder controlar todo o mundo, dizendo a todos o que tem de assistir na televisão, o que tem de comprar; uma globalização brutal que nos levaria não a um pensamento único, mas a algo ainda mais atroz: um sentimento único", comenta.  

Para termos esse sentimento único, recorda a autora, "é necessário um férreo sistema de vigilância, que Edward Snowden tem posto à luz e que tem chegado a indignar Angela Merkel [chanceler alemã], cujo celular também foi espionado". Cristina Martín recorda também as recentes declarações de um ministro japonês sobre a expectativa de vida de seus concidadãos japoneses. Disse Martín: "Disse que os idosos tem vivido demais e sugeriu que a economia se ressentiria menos se eles morressem antes, pois é também mais fácil manipular as crianças e os jovens".

Como se constrói esse governo mundial? "Basicamente com mensagens únicas e com mentiras que buscam fomentar o medo em nós, um medo que nos paralise, nos confunda e nos faça sentir perdidos, que é como nos sentimos e dá título ao livro", diz a autora espanhola. Entre essas "mentiras", ela cita o aquecimento global, denunciado por Al Gore [leia aqui sobre isso].

Quem maneja os fios [comparando a uma marionete] do poder? É a pergunta que aparece no início do livro. "Nem todos os que manejam agora me pertencem ao Clube Bilderberg, mas sim, há muitos membros dentro desse seleto grupo. Também há outros foruns mais recentes como o G-30, liderado pelo ex-presidente do BCE (Banco Central Europeu), Jean-Claude Trichet.

Fonte: Diario de Alas 

NOTA #EP: Será que os envolvidos nesse plano não sabem o que estão fazendo? Nas próximas postagens, vamos analisar isso e ver como tudo está sendo conduzido para um fim, e esse fim é a volta de Jesus, em glória e poder; sentenciando, inclusive, os governantes de muitas nações (Salmos 110:5,6). O cerco está se fechando. É chegado o tempo para que o mundo ouça mais nitidamente a voz dos três anjos (Apocalipse 14), que desperta os sinceros filhos de DEUS dos enganos de Babilônia e os conduz à verdadeira adoração.

Breve virá!

setembro 22, 2013

"Lavam as suas vestiduras" ou "guardam os Seus mandamentos"?




Apocalipse 22:14

“Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas”. - Versão Almeida Revista e Atualizada, SBB.

 “Bem-aventurados aqueles que guardam os Seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas”. - Versão Almeida Corrigida e Fiel, SBTB.

Quem são os bem-aventurados, afinal? Os que guardam os mandamentos, ou os que lavaram as suas vestiduras no sangue do Cordeiro?

Dos manuscritos antigos, apenas o "Sinaítico" (Codex Sinaiticus) e o "Alexandrino" (Codex Alexandrinus) contêm esta seção do Apocalipse, e em ambos encontra-se: "que lavam suas vestiduras". No Textus Receptus, que é o texto grego base das Bíblias da Reforma, diz: "os que guardam os seus mandamentos".

As duas frases são muito similares no grego, sendo escritas em maiúsculas e sem uma clara separação entre as palavras. A seguinte transliteração mostrará a semelhança:

HOIPOIOUNTESTASENTOLASAUTOU
"Que guardam seus mandamentos".

HOIPLUNONTESTASSTOLASAUTON
"Que lavam suas vestiduras".

Em realidade, ambas as variantes são apropriadas no contexto, e estão em harmonia com os ensinos de João em outros lugares. Quanto ao tema de "guardar os mandamentos", veja por exemplo, os textos: Apocalipse 12:17; 14:12; João 14:15,21; 15:10; 1 João 2:3-6.

Já em relação com o "lavar as vestiduras", veja Apocalipse 7:14, onde se descreve uma multidão de santos que "lavaram suas vestiduras, e as tem embranquecido no sangue do Cordeiro".

Nosso direito a entrar no céu deve-se à justiça de Cristo que nos é dada sem a merecermos; e nossa idoneidade para o céu é o resultado da justiça que nos é comunicada, à medida que seguimos Seus passos. Esta justiça está simbolizada pelas vestes lavadas e embranquecidas. A evidência externa da justiça de Cristo é o cumprimento dos mandamentos de Deus, em uma vida de obediência. Por isso a idéia das vestiduras lavadas e a da obediência aos mandamentos, estão estreitamente vinculadas.

(Fonte: adaptado de Comentário Bíblico Adventista, sobre Apocalipse 22:14)

agosto 17, 2013

Detalhe de um mistério


Curioso. Pode até ser preciosismo ou mero detalhe especulativo, mas este é um fato que não pode ser negado. Nas últimas décadas, tivemos duas escolhas inéditas de nomes papais. 

Logicamente, quando se escolhe um novo nome, não há certeza de que outro virá a utilizar o mesmo nome. Assim, Jorge Mário Bergoglio passou a se chamar Francisco, e não Francisco I (primeiro). 

Só haveria sentido chamá-lo de Francisco I quando viessem outros Franciscos.

Entretanto...

Voltando no tempo, em 26 de agosto de 1978, após os reinados sequenciais de João XXIII e de Paulo VI, o cardeal italiano Albino Luciani escolheu para si os nomes de seus antecessores. No anúncio papal, ouviu-se então desde o balcão da Basílica Petrina (assista o vídeo, a partir de 01'25")...
Annuntio vobis gaudium magnum;
Habemus Papam:
Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum,
Dominum Albinum
Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Luciani
qui sibi nomen imposuit Ioannis Pauli Primi
  
(Anuncio-vos uma grande alegria; 
Temos Papa:  
O eminentíssimo e reverendíssimo Senhor, Senhor Albino, 
Cardeal da Santa Romana Igreja Luciani, 
Que se impôs o nome de João Paulo Primeiro)



João Paulo "Primeiro"?

Pode ser que, por ser tratar de um pomposo título real, quiseram manter o numeral. Além do mais, a última escolha de um nome inédito antes deste papa, foi em anos bem remotos. 

Mas nenhum deles foi chamado de "Primeiro".

E, valendo-se da mesma lógica, só haveria sentido de chamá-lo "Primeiro" sabendo, com toda certeza, que haveria um "Segundo", pelo menos... E houve mesmo. E o papado alcançou o clímax de sua popularidade com o papa polonês, João Paulo Segundo.


Existe uma história muito mal contada sobre o curto reinado do "papa Sorriso", João Paulo I. Em 33 dias, após a sua eleição, ele estava morto.

Mas, agora, usando da lógica inversa, poderá haver mesmo outro Francisco? O tempo dirá. 

Nada do que está em oculto deixará de ser revelado.