fevereiro 28, 2016

Encontro de Anciãos AC (Palestras em Áudio)



O Encontro de Anciãos da Associação Catarinense foi realizado no último dia 13 de fevereiro em São José (SC), reunindo cerca de 700 pessoas. Os líderes foram convidados a realizarem um evangelismo em outro bairro de sua localidade na Semana do Calvário (20 a 26 de março). E o engajamento foi positivo, provocando fila para pegar o kit missionário. 

O evento contou também com convidados especiais. Um deles foi o pastor Montano de Barros, líder dos anciãos das Igrejas Adventistas no Sul do Brasil (União Sul Brasileira – USB) que falou sobre o papel do ancião na igreja e em casa. Quem também esteve presente foi o pastor Alex Palmeira, líder do Ministério Pessoal – USB, que destacou a importância do ancião estar envolvido no Cada Um Salvando Um. Outro convidado foi o pastor Emilson Reis, professor de teologia no UNASP: “A pregação tem que ser bíblica, religiosa, cristocêntrica, relevante e clara”, comentou o pastor, que é especialista na área de criação de sermões.


Vindo dos Estados Unidos, o Encontro de Anciãos recebeu também o pastor Richard Elofer, líder mundial das congregações judaico-adventistas, que destacou a importância do bom diálogo com o povo judeu. Acompanhando o pastor Elofer e o auxiliando na tradução esteve presente o pastor Reinaldo Siqueira, líder da mesma área para oito países da América do Sul. “Trouxemos esses convidados para preparar nossos anciãos para um ano abençoado. Estamos felizes porque percebemos o comprometimento de cada um em ter mais comunhão, mais relacionamento e mais missão”, explica o pastor Derli Agostini, Ministerial – AC.


Ao final do evento dois batismos, resultado do trabalho missionários de anciãos, emocionaram os presentes.

Fonte: Associação Catarinense

Tive a grata oportunidade de participar desse evento e, por isso, estou disponibilizando abaixo as gravações em áudio de três palestrantes:

 
Pr. Emilson dos Reis



Pr. Montano de Barros


Pr. Richard Elofer (com tradução do Pr. Reinaldo Siqueira)

As gravações foram feitas através do celular, mas estão na maior parte compreensíveis. Bom proveito!





agosto 16, 2015

De Creta a Malta


Programação profética com o pastor e doutor Walter Veith, realizada no Brasil. Esta é a primeira parte. Outras partes estão disponíveis no Youtube!

Fonte: terceiroanjo.com



fevereiro 22, 2015

Deos, o vocábulo original













Compare "Zeus" com "Theos" e "Deus" como são escritos abaixo:

Zeus
0eos (usando a consoante grega "theta" em lugar de "th")
Deus

Não é necessário um diploma de linguística para enxergar que os três nomes procedem de uma única raiz. [...] No princípio, antes do grego e do latim se diferenciarem como línguas distintas, havia um vocábulo original (talvez "Deos") que era um nome pessoal para o Todo-Poderoso. Mais tarde, à medida que as várias seitas inventaram deuses menores e lhes deram nomes pessoais, cada seita afirmou que seu deus era, na verdade, "Deos" (Todo-Poderoso).

Como resultado, na ocasião em que as mudanças de pronúncia levaram "Deos" a se tornar "Deus" em uma região e "0eos" em outra, os três termos se haviam generalizado de forma a significar "deus" em lugar de "Deus". Exemplo: As esponjas de aço apareceram pela primeira vez sob a marca "Bom Bril". Quando as empresas concorrentes produziram outras marcas de esponja desse tipo, a palavra "Bom Bril" estava tão indelevelmente associada com as esponjas de aço que o público também chamava os produtos concorrentes de "Bom Bril". Em outras palavras, "Bom Bril" tornara-se "bom bril", assim como "Deus" tornou-se "deus".

Filósofos como Xenofonte, Platão e Aristóteles tentaram, com efeito, inverter a tendência para a generalização, voltando ao uso original de Theos como nome pessoal. O resultado? Tanto o sentido específico original como o geral passaram a coexistir. [...] Zeus, como uma terceira variação do Deos original, conseguiu evitar a generalização, sobrevivendo como um nome pessoal específico.

Extraído e adaptado de:

RICHARDSON, Don. O Fator Melquisedeque. 3a Edição. Editora Vida Nova, 2008. Págs. 53 e 54.