sábado, 14 de abril de 2012

O que não contaram sobre o Titanic



14/15 de abril de 1912 – 14/15 de abril de 2012

Há 100 anos, acontecia uma das maiores tragédias da história da humanidade. Quase três horas após a colisão com um iceberg, nas águas congelantes do Atlântico Norte, o Titanic submergiu. O célebre naufrágio do navio “inafundável”, imortalizado por Hollywood, que causou a morte de 1523 pessoas, ainda hoje é intrigante.

O autor Bill Hughes, em seu livro “Os Terroristas Secretos”, já divulgado no blog Minuto Profético, traz surpreendes revelações sobre o que pode ter acontecido a bordo do luxuoso transatlântico britânico.

http://minutoprofetico.blogspot.com.br/2011/01/os-terroristas-secretos.html

Abaixo, está o capítulo referente ao tema em questão, traduzido do espanhol.

Capítulo 5: O Naufrágio do Titanic

Quando pensamos no que têm ocorrido na História, dos últimos cem a duzentos anos, existem certos eventos que se distinguem por haverem sido de maior horror, grande surpresa e grande tristeza. Dos muitos que vêm à minha mente, o mais devastador tem sido a destruição do World Trade Center, na cidade de Nova York, e o naufrágio do Titanic.

As maiores tragédias dos últimos duzentos anos podem ser atribuídas ao Jesuítas. Sabemos hoje em dia que os Jesuítas planejaram e levaram a cabo o naufrágio do Titanic, e mostraremos porque eles fizeram isso.

Desde o princípio dos anos de 1830, a América não tinha um Banco Central. Os Jesuítas desejavam desesperadamente um Banco Central na América para poder colocar uma reserva sem limites para o financiamento de muitas guerras e para outras tramas ocultas ao redor do mundo.

Em 1910, reuniram-se sete homens na ilha de Jekyll, na costa da Georgia, para estabelecer um Banco Central, ao que chamaram de "Banco de Reserva Federal" (Federal Reserve Bank). Estes homens eram Nelson Aldrich e Frank Vanderlip (ambos representando o império dos Rockefeller); Henry Davidson, Charles Norton e Benjamin Strong (representando J.P. Morgan); Paul Warburg (representando a dinastia banqueira europeia dos Rothschild). Vimos anteriormente [no livro] que os Rothschild foram os agentes banqueiros que serviram aos papas Jesuítas, conservando a chave das riquezas da Igreja Romana.

Os Morgan eram competidores amigáveis com os Rothschild e chegaram a ser muito unidos socialmente com eles. A empresa Morgan, em Londres, havia sido salva da ruína financeira no ano de 1857 pelo banco da Inglaterra - sobre o qual os Rothschild tinham uma grande influência. Logo, Morgan parecia haver sido um agente financeiro dos Rothschild e feito todo o possível por parecer completamente americano...

Sua entrada [dos Rockefeller] nesse ramo bancário não foi recebida com aprovação da parte de Morgan, pelo que se converteram em ferozes competidores. Eventualmente, decidiram minimizar sua competitividade e começaram a compartilhar aventuras. Ao final, trabalharam juntos para criar um cartel nacional, chamado de Sistema de Reserva Federal. — G. Edward Griffin. “The Creature from Jekyll Island”, American Opinión Publishing, p.209.

Estas três famílias financeiras, os Rothschild, os Morgan e os Rockefeller, (obedientes a Ordem dos Jesuítas, porque os Jesuítas se infiltravam em suas organizações) fariam o que fosse necessário para destruir as liberdades constitucionais na América e para lograr que o papa dominasse o mundo [este segundo aspecto é a principal função dos jesuítas desde sua criação no século XVI]. Se olharmos para trás, desde o século XX, vemos o quanto os Jesuítas tem obtido êxito. Continua-se gastando mal as riquezas da América e atacando continuamente a Constituição e as liberdades. O poder do papa na cidade do Vaticano está aumentando. Algum dia, lograrão um controle total outra vez.

A construção do Titanic iniciou-se em 1909, em um estaleiro na capital do norte da Irlanda. Belfast era uma cidade protestante, por isso era odiada pelos Jesuítas. A Primeira Guerra Mundial iniciaria anos depois [em 1914].

O Titanic era um dos barcos da "White Star Line", uma companhia de transporte marítimo internacional. O negócio bancário não era o único em que Morgan tinha um forte interesse econômico. Fazendo uso do controle que tinha sobre as estradas de ferro da nação e usando o mesmo como ferramenta, havia criado um tipo de financiamento internacional que incluía as duas maiores linhas alemãs e uma das duas maiores na Inglaterra, a "White Star Line" – ibidem, p.246.

Havia um certo número de homens ricos e poderosos que declararam de forma resoluta que não favoreciam o Sistema de Reserva Federal. Então, os Jesuítas ordenaram a J.P. Morgan que construísse o Titanic. Este barco, supostamente "indestrutível", serviria como o meio no qual encontrariam a morte aqueles que se opunham aos planos dos Jesuítas de estabelecer um Sistema de Reserva Federal.

Estes homens ricos e poderosos poderiam haver bloqueado o estabelecimento da Reserva Federal e, por isso, seus poderes e fortunas deveriam ser arrebatados de suas mãos. Tinham que ser destruídos por meios tão absurdos que ninguém suspeitaria que haviam sido assassinados e que os culpados haviam sido os Jesuítas. O Titanic foi o veículo de sua destruição. Para poder proteger o papado e os Jesuítas de qualquer suspeita, muitos irlandeses, franceses e católicos romanos italianos imigraram ao novo mundo a bordo do Titanic. Eram pessoas que podiam morrer sem que se considerasse suas mortes como algo importante. Os protestantes de Belfast que queriam migrar para os EUA também foram convidados para estar a bordo.

Todos os homens ricos e poderosos que os Jesuítas queriam desfazer-se foram convidados a adentrarem ao barco. Três dos mais ricos e poderosos destes foram Benjamin Guggenheim, Isador Strauss e John Jacob Astor, possivelmente o homem mais rico do mundo. O total de suas riquezas, fazendo uso do valor do dólar daquela época, era mais de 500 milhões de dólares. Hoje, essa quantidade de dinheiro, teria um valor de onze bilhões de dólares. Estes três homens foram motivados a adentrar ao "Palácio Flutuante". Tinham que ser destruídos porque os Jesuítas sabiam que eles utilizariam suas riquezas e suas influências para se oporem ao Banco de Reserva Federal e também fariam oposição às várias guerras que estavam sendo planejadas.

Edward Smith era o capitão do Titanic. Ele havia navegado pelas águas do Atlântico Norte por 26 anos e era considerado o mais famoso mestre das rotas daquela região marítima. Ele havia trabalhado com o jesuíta J.P. Morgan por muitos anos.

Smith era um "jesuíta laico". Isso significa que ele não era um sacerdote, mas um jesuíta de baixa graduação. Os jesuítas não são necessariamente sacerdotes. Aqueles que não são sacerdotes servem a Ordem através de suas profissões. Qualquer um pode ser um jesuíta e sua identidade não ser conhecida. Edward Smith serviu a Ordem dos Jesuítas em sua profissão de Capitão de Mar.

Existem muitos pontos interessantes acerca do Titanic e os mesmos de discutem em um vídeo feito pela National Geographic, em 1986. O vídeo se intitula "Os Segredos do Titanic". Quando o Titanic partiu do sul da Inglaterra em 10 de abril de 1912, Francis Browne, o mestre jesuíta de Edward Smith, adentrou ao Titanic. Este homem era o jesuíta mais poderoso em toda a Irlanda e respondia diretamente ao general da Ordem em Roma. O vídeo declara:

"Um sacerdote em férias, o Padre Francis Browne, obteve várias fotos 'quentes' de seus companheiros a bordo, a maioria deles de viagem a eternidade. No dia seguinte, o Titanic fez sua última parada na costa do povoado de Queens, na Irlanda. Ali, várias pessoas trouxeram ao barco os últimos passageiros; a maioria imigrantes irlandeses que buscavam estabelecer seus novos lugares na América. E ali desembarcou o afortunado Padre Browne... O Padre Browne viu o capitão Smith olhando desde a proa do Titanic a bordo de seu destino final". - Os Segredos do Titanic. National Geographic, Videotape, 1986.

Aqui se mostra a maldade dos Jesuítas ao máximo. O padre jesuíta, Francis Browne, adentrou ao Titanic, fotografou as vítimas, e possivelmente informou ao capitão acerca de seus juramentos como jesuíta e na manhã seguinte despediu-se. Eric J. Phelps. “Vatican Assasins”, Halycon Unified Services, p. 427.

Browne revisou com Edward Smith, pela última vez, quanto ao que ele teria de fazer nas águas do Atlântico Norte. O General Jesuíta disse a Francis Browne o que iria acontecer; Browne repassou a Smith e o resto é história. Edward Smith cria que o general Jesuíta “era o deus da sociedade [Jesuíta], e que nada, senão seu toque elétrico, poderia ativar seus corpos mortos e criar neles vida e ação. Até que ele não fale, eles são como serpentes enroladas em suas tumbas frias, sem vida e inativos; mas no momento em que ele dá as ordens, cada membro se levanta imediatamente, deixando tudo o que pudesse estar fazendo incompleto, preparados para assaltar ao que se lhes requer assaltar e golpear, onde quer que se peça que faça”.— R. W. Thompson. “The footprints of the Jesuits”, Hunt & Eaton. pp. 72,73.

A Edward Smith se ordenou afundar o Titanic e ele o fez como foi ordenado a fazer.

Pelo mandado de deus [o general jesuíta] é ilegal matar aos inocentes, roubar, cometer qualquer maldade, porque ele [o papa] é o deus da vida e da morte e de todas as coisas; portanto, nosso dever é cumprir com suas mensagens. — W. C.Brownlee. “Secret Instructions of the Jesuits”, American and Foreign Christian Union. p 143.

Não há ninguém na história de uma associação cuja organização haja prevalecido por 300 anos, sem troca e sem alteração, apesar dos ataques dos homens e dos tempos, e que haja exercido tão imensa influência sobre os destinos da humanidade. ... "O fim justifica os meios" é sua frase favorita; e como seu único meio, como temos mostrado, a ordem está disposta a cometer qualquer tipo de crime. — G.B.Nicolini. “La Historia de los Jesuitas”, Henry G. Bohn, pp. 495, 496.

Recordemos o juramento que cada pessoa tem que fazer para formar parte de Ordem:

Devo considerar meu corpo como um corpo morto, sem vontade ou inteligência, como um crucificado que se entrega sem resistência a vontade daquele que maneja com um bastão em sua mão, quem a usa como se lhe requer e como melhor lhe apraz. - R.W. Thompson. The Footprints of the Jesuits, Hunt & Eaton, p. 54.

Quando uma pessoa faz o juramento dos Jesuítas, está atado a seu mestre até o dia de sua morte. Edward Smith havia se convertido em um homem sem vontade e sem inteligência. Ele cometeria qualquer crime que a Ordem lhe ordenara cometer. A Smith se lhe havia requerido que atuasse como mártir. A bordo do Titanic, naquela noite, Smith sabia qual era o seu trabalho. Estava sob juramento. O barco havia sido construído para os inimigos dos Jesuítas. Logo, há três dias no mar, com apenas um binóculo pra ver na proa, Smith acelerou o Titanic em sua máxima velocidade; a 22 nós, em uma noite escura, em um oceano completamente cheio de gelo, em uma área de aproximadamente 80 milhas quadradas.

Edward Smith fez tudo isso apesar de que havia recebido pelo menos oito telegramas advertindo que navegasse mais devagar, já que estava navegando muito rápido.

Necessitaria, Edward Smith, sequer um aviso? Não, ele havia navegado por essas águas por 26 anos. Ele sabia que haviam icebergs nessa área. Mas nem sequer oito avisos detiveram esse homem, que estava submetido ao juramento dos Jesuítas e abaixo de ordens específicas de destruir o Titanic.

Era um absurdo fazer repetidas advertências ao Capitão Smith, quanto a reduzir a velocidade do Titanic na noite da tragédia; era algo que parecia um absurdo. O fato de que Smith nunca escutou as advertências resultava em loucura. Ele havia recebido ordens de seu "deus" no Vaticano e nada lhe faria voltar atrás.

As enciclopédias mostram uma imagem trágica de Smith em seus últimos momentos. No momento em que veio a ordem de baixar os salva-vidas, Smith duvidou e um de seus ajudantes teve que enfrentá-lo para que desse a ordem. As habilidades legendárias de liderança de Smith pareciam haver o abandonado; curiosamente, estava indeciso e muito cauteloso naquela noite fatal.

Poderiam ser esses os adjetivos com os quais se descreve a um legendário capitão do mar com 26 anos de experiência? Ou são adjetivos que descrevem a um homem que estava lutando em sua mente se devia cumprir com seu dever de capitão do mar ou obedecer a seu amo que lhe havia ordenado a afundar o barco?

A esposa de John Jacob Astor subiu a um bote salva-vidas e sobreviveu, enquanto que seu esposo morreu nas águas do Atlântico Norte. Não havia suficientes botes salva-vidas e muitos deles estavam apenas ocupados pela metade de sua capacidade, com apenas crianças e mulheres.

Para prevenir o socorro de alguns barcos que pudessem estar perto, as balas que se disparavam para pedir ajuda eram brancas, quando deveriam ter sido vermelhas. As balas brancas significavam que estavam tendo uma festa.

Uma das maiores tragédias do século XX, o naufrágio do Titanic, se encontra ligado diretamente com a Ordem dos Jesuítas. O barco, supostamente indestrutível, o "Palácio Flutuante", fora criado para converter-se na tumba dos ricos que se opunham ao Sistema de Reserva Federal. Naquela tragédia, eliminaram-se todas as oposições. Em dezembro de 1913, surgiu o Sistema de Reserva Federal nos EUA. Oito meses depois, os Jesuítas tinham fundos suficientes através do “Federal Reserve Bank” para financiar a Primeira Guerra Mundial.

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Nota #EP: Para saber mais sobre os assuntos relacionados aos Jesuítas e o sistema financeiro, mencionados pelo autor, sugiro pesquisas no mesmo blog citado.

Pensando aqui: Sempre ouvi dizer que "Titanic" significava que nem Deus era capaz de afundar o barco - não sei se é este o significado, realmente. Por ter acontecido a tragédia, diz-se, então: "Deus castigou, afundando o barco". Mas, com tantos inocentes a bordo (Deus não é um terrorista) e diante desse testemunho de Bill Hughes, supostamente verifica-se que quem afundou mesmo foi o diabo e ainda quis atribuir culpa a Deus.

Breve Cristo virá! As tragédias e o mal deixarão de existir, e tudo que está oculto será esclarecido.

"Nada há encoberto que não venha a ser revelado" (Mateus 10:26).

Esta é a nossa #GrandeEsperança!

domingo, 18 de março de 2012

Nahor, o poço e o balde


Em certa cidade, no deserto da Judeia, havia um poço artesiano de pedras. Todos utilizavam esse poço, porém, junto ao mesmo, não havia um meio fixo de se tirar a água dali. Apenas uma corda podre, quase a arrebentar, servia aos moradores. Além disso, cada pessoa que desejasse tirar água, tinha que trazer o seu balde, ânfora, ou o que tivesse em mãos.

Certa vez, um homem muito inteligente, chamado Nahor, veio morar naquele lugar, e passou a trabalhar no cuidado de um pequeno rebanho de animais que pertencia a todos que moravam na comunidade. Ninguém dava muita atenção àquele rebanho, a não ser um outro homem que tinha se mudado para bem longe.


No primeiro dia, vindo Nahor até ao poço para tirar água para os animais, se deparou com aquela situação. Não havia um meio confiável para se tirar água. Então, foi até a uma cidade vizinha, adquiriu alguns materiais e, ao voltar, fabricou um balde de madeira e adaptou a ele uma corda bem reforçada para facilitar o içamento.


Logo após concluir sua invenção, a trouxe e começou a tirar água do poço. Cinco minutos depois, apareceu um jovem que cuidava das plantas ornamentais da pequena praça que havia na cidade. Ele precisava, com urgência, regar aquelas plantas. Então, Nahor parou o seu trabalho e emprestou o balde que fizera ao jovem. Este o tomou e tirou água por cerca de meia hora. Ao terminar, deixou o balde ao lado do poço e foi embora.


Dez minutos depois, quando Nahor continuava seu trabalho, e que ainda não havia terminado, veio até ao poço uma senhora. Dizia ela que havia saído às pressas de casa para coletar água, a fim de lavar algumas roupas das crianças do abrigo de órfãos. Entretanto, a tal senhora não havia se lembrado de trazer um recipiente também.


Nahor sorriu para aquela senhora, parou seu trabalho e gentilmente cedeu o poço mais uma vez. Vinte minutos depois, pôde continuar a tirar água para os animais do pequeno rebanho.


Concluído o trabalho, Nahor continuou com os outros afazeres que tinha agendado. No final do dia, já exausto, pensou que não haveria problemas em deixar sua invenção no local. Ele estava longe do poço e argumentou consigo mesmo que não compensaria voltar lá para pegar, pois a usaria no dia seguinte.


E isso sucedeu por alguns dias. Enquanto isso, Nahor dava o seu melhor, mas ninguém reconhecia ou elogiava seu trabalho de pastor.


Certo dia, Nahor dirigiu-se ao poço e, para sua surpresa, ele estava totalmente bloqueado com um montão de pedras enormes e o balde que fizera havia sumido. Não havia vestígio algum de madeira, nem de corda. Entre algumas pedras, avistou um pergaminho. Abriu e leu a seguinte inscrição: "Se quiser utilizar a água desta comunidade, procure o administrador da cidade. Temos um novo poço e em outro lugar".


Todos haviam pensado que Nahor estava coletando a preciosa água para cuidar de seu próprio rebanho, mas ele estava cuidando do pequeno rebanho que pertencia a todos que moravam na comunidade.


Onde está o novo poço? Estaria o balde junto dele?


A resposta para essas questões, ele ainda não tinha.


Nahor, porém, estava muito triste por não ter sido valorizado e passou a se perguntar:


"Será que ninguém percebeu, até hoje, que o pequeno rebanho que eu estou cuidando pertence a todos que vivem nesta comunidade?"


Moral: Um pequeno rebanho pertence a toda comunidade e, em maior nível, pertence ao nosso Deus. Ainda que seja pequeno, é preciso que todos tenham cuidado do rebanho de Deus, não destruindo o trabalho daqueles que se empenham por ele e querem fazer o melhor pelo que está sendo esquecido dentro da própria comunidade.

(Baseado em fatos reais. História e personagens fictícios. Autoria: #EnsaioProfético).