quarta-feira, 31 de março de 2010

"Pare de assistir filmes e passe a vivê-los"


Não há dúvida de que a tecnologia áudio-visual dos home theaters tem o seu valor desde que a saibamos usar (de preferência para a glória de Deus). Mas precisamos tanto assim?
Os fabricantes vêm investindo nessa tecnologia e, entre outras características, a redução do tempo de transição das imagens para em torno de 3 milisegundos, e a qualidade de reprodução e de distribuição do áudio são fascinantes.
Mas algo me chama a atenção. Já estamos em uma era na qual não é mais suficiente assistir a um filme. O alvo, portanto, é obter experiências cada vez mais vívidas e reais nos filmes e nos seriados que rolam por aí.
A variedade é notável. Tem vampirismo, tem magia negra, tem anjos rebeldes, tem violência... tem para todos os (maus) gostos.
Mas aqui está o ponto forte: os frenéticos impactos audio-visuais utilizados por estes filmes e seriados que, impostos aos nervos cerebrais, não deixam de causar danos.
Há alguém que um dia rebelou-se no céu (o diabo) e que, hoje, quer gravar em nossas mentes, através desta e de outras formas, o seu caráter e as suas doutrinas abomináveis.
Esta é a propaganda da vez: "Pare de assisitir e passe a vivê-los".
Que quer dizer?
Não basta você assistir a uma pessoa espancando outra. É preciso viver esta cena. É preciso ter uma imagem mais fidedigna (provavelmente maior do que a sua TV de 14 polegadas) e um áudio que reproduza fielmente o movimento dos golpes e a queda do corpo no chão (um sistema de seis caixas acústicas bem arranjado é um bom começo). Ah, é com arma de fogo? Pois bem, todos vão querer ouvir a arma engatilhar nitidamente e ver o trajeto da bala em câmera lenta, desde a saída do cano até a entrada no corpo da vítima.
Onde isso vai parar?
As coisas continuarão de mal a pior nos meios midiáticos modernos. A escolha é nossa.
"Não porei coisa má diante dos meus olhos". Salmos 101:3

terça-feira, 30 de março de 2010

Moda dos Templários


Este símbolo encontra-se no altar do Palácio dos Templários em Jerusalém, local que já foi visitado pelos papas Paulo VI e João Paulo II. A águia de duas cabeças não apenas está ligada aos Templários, mas também é um dos muitos símbolos da maçonaria.

O que representa? "Satanás tem dois lados: macho e fêmea, branco e negro, mau e bom, [yin e yang]... e todos num só". Leia aqui sobre o princípio Hegeliano.

Frases e palavras em outros idiomas - que muitas vezes nem sabemos o que significa - ocasionalmente aparecem estampadas em roupas que vemos por aí. Podemos até estar usando algo como "Kick Me!" e não saber que estamos convidando algum desconhecido para nos agredir com um chute.

E, nos últimos anos, tem sido difícil encontrar uma camiseta para comprar que não tenha algumas dessas simbologias maçônicas na estampa, como a águia de duas cabeças.

Por exemplo, já ouviram falar na Penalty Cavalera?


A Penalty, grande empresa de artigos esportivos e a Cavalera, conceituada grife de roupas (que, creio eu, tem ligação com os irmãos Cavalera, da banda de rock Sepultura) tornaram-se aliadas e o símbolo dessa união é a águia de duas cabeças.

Será coincidência? As evidências mostram que não.

Por trás das grandes empresas existem grandes homens que colocam símbolos baseados em suas filosofias e suas crenças.
 
Abaixo, uma ilustração de um cavaleiro templário:
 
 
E o que dizer da "Moda dos Templários" do futebol?
 

segunda-feira, 29 de março de 2010

O bom ladrão foi para o paraíso?


Jesus prometeu ao malfeitor um lugar no paraíso. A maioria das traduções [Almeida Revista e Atualizada; Almeida Revista e Corrigida; Almeida Corrigida e Fiel] traz o verso assim: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:43). Três fatos devem ser considerados para a correta compreensão da promessa:

1. O ladrão sabia que a recompensa só seria recebida no futuro; por isso, pediu: "Lembra-te de mim quando vieres no Teu reino" (Lucas 23:42).

2. O ladrão não morreu no mesmo dia. Os soldados foram ao Gólgota ao entardecer daquela sexta-feira e quebraram as pernas dos dois ladrões. Isso era feito para evitar que os crucificados fugissem à noite. As de Jesus não foram quebradas, uma vez que já estava morto (João 19:32,33).

3.
Jesus não subiu ao Céu naquele dia. Ao ressuscitar, três dias depois, disse que não subira ao Pai (João 20:17).

O verso 43 [de Lucas 23:43], a partir do original grego, seria: "Em verdade te digo hoje estarás comigo no paraíso" [ver o quadro na figura]. A pontuação não era usada na escrita original; foi acrescentada ao texto bíblico séculos depois.
Nesse caso, o verso sofreu um erro de tradução. O tradutor entendeu que deveria acrescentar a conjunção "que" antes do advérbio de tempo "hoje" para clarear a sentença [acabou escurecendo...]. No entanto, considerando a impossibilidade de Jesus estar naquele dia com o ladrão no paraíso, a pontuação correta seria: "Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso". Esse ladrão certamente ressuscitará por ocasião da volta de Cristo e então irá para o paraíso [ver a reflexão no final da postagem].

Fonte: Revista Sinais dos Tempos - Edição Especial "Esperança para um mundo em crise". Comentários meus entre colchetes.


Na minha postagem "A Palavra", sobre o programa "The Word", eu fiz um alerta acerca do módulo LTT Anotada. Na figura acima, você pode ver as meias verdades do comentário que o autor fez sobre a passagem bíblica em questão (Lucas 23:43). Para ele o "sono da alma" é uma "medonha heresia". Mas não é assim que Jesus pensava (João 11:11-14) e nem os apóstolos (1 Tessalonicenses 4:13,14; 1 Coríntios 3-6).

Outra informação importante: você sabe de onde vem a palavra "cemitério"? Segundo o doutor em arquelogia Rodrigo Silva, essa palavra vem do grego "coemiterium", que significa "dormitório". A expressão teve sua origem entre os séculos I e II, e foi criada pelos cristãos. Será que eles não acreditavam no sono da alma? Seria esta uma "medonha heresia" realmente?

"Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Por que, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também, aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele".
1 Tessalonicenses 4:13,14

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A VÍRGULA

A vírgula pode ser uma pausa. Ou não.
Não, espere.
Não espere.

A vírgula pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso, só ele resolve.

Ela pode forçar o que você não quer.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode acusar a pessoa errada.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

A vírgula pode mudar uma opinião.
Não quero ler.
Não, quero ler.

Uma vírgula muda tudo.

Fonte: ABI. 100 anos lutando para que ninguém mude nem
uma vírgula da sua informação.

quarta-feira, 24 de março de 2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

A Terra está tremendo!

"Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes. Isto será o princípio das dores". Marcos 13:8

A palavras grega utilizada em "dores" neste versículo é "odinon", cuja raiz é "odin", que significa "dores de parto". Os sinais da volta de Cristo são comparados às dores de uma gestante. Essas dores vão aumentando pouco a pouco até que a criança venha a nascer.


Lista atualizada de terremotos


Visitando o blog Sétimo Dia, encontrei o site de uma organização norte-americana especializada em monitoramento de terremotos. A USGS apresenta uma lista completa com os terremotos que ocorreram e que estão ocorrendo ao redor do mundo. Magnitude, local, data e hora são registrados. Clicando sobre eles, é exibido um mapa físico do local, e as cores indicam a intensidade dos sismos.


Acesse aqui o site da USGS

Terremotos existem faz tempo e ocorrem com frequência. Muitos ocorrem no mar e nisto não há novidade alguma.

A questão é que em termos de quantidade e de grandes intensidades sísmicas nunca se teve tanta notícia como hoje.

terça-feira, 16 de março de 2010

Anzóis Virtuais


O Google e o fim da privacidade

O
monitoramento de nossos atos na Internet, gostemos ou não, sempre ocorreu. Aliás, o monitoramento — 'lactu sensu', a espionagem — sempre existiu em termos planetários, eis que de interesse de governos e corporações.


Nos anos 90 do século passado, no borbulhar libertário da Internet, os ciberativistas se arvoravam contra o monitoramento realizado por meio de um programa chamado Echelon, o qual evoluiu para Carnivore que, por sua vez, evoluiu para não sei mais o que.


Porém, quando um programa muito mais eficiente e sofisticado de monitoramento surgiu, as vozes protestantes e panfletárias da Web perderam seu timbre e se deixaram seduzir pelo novo paradigma informático de buscas, a par deste programa superar todos os programas intrusivos desenvolvidos pelo governo américo-nortista e seus aliados. Refiro-me ao megaprograma chamado Google — uma variação da palavra gugol (lê-se “gugól”).


A homepage do Google, a mais valiosa da Web, é a mais minimalista de todas.


Na homepage do mais respeitado oráculo da deusa Internet é aguardado que sejam consignadas as suas dúvidas na pequena caixa de entrada de dados que se encontra centralizada. Assim, escreva, iguale-se a seus sequazes — isto é, quase todos os internautas — e deixe-se ser por ele seduzida (e deduzida) ou seduzido (e deduzido).


Em dirimindo nossas dúvidas — mas sempre atendendo a seu critério de seleção —, o Google descobre os segredos que temos, com quem nos correspondemos, que sites visitamos (e que frequentamos), do que gostamos, o que gastamos.
Isso porque o Google administra o maior banco de dados jamais concebido na História da Humanidade.

Este vidente bítico sabe muito mais sobre nós próprios do que nós imaginamos. É o verdadeiro Big Brother de Orwell. Pede para abrirmos mão de nossa privacidade, de nossas informações e, principalmente (para o Google), de eventuais direitos autorais — sem futuro direito a carta de alforria. O mesmo ocorre em seu tentáculo representado pelo YouTube.


Com seu sistema de mapas online (o Google maps), o mais utilizado procurador da Internet desmistifica a crença jurídica de que o direito à privacidade depende dos cuidados de quem a deseja. Afinal, como nos protegermos dos satélites a serviço desta internética Hydra?
Como pontuei em provocação dirigida ao Ministério Público do estado de São Paulo, mostrar fotogramas de todos os rincões do planeta não é uma vitória tecnológica a ser aplaudida — a par de ser uma vitória tecnológica. Isto é uma afronta à nossa privacidade.

Tal intrusão é um acinte [provocação] a um direito fundamental garantido por tratados internacionais, pela Constituição Federal, pelo Código Civil e pelo Código de Defesa do Consumidor.

Mas essas velhas proteções não valem mais. Tudo aquilo que muros, por vontade de quem os ergue, tentam ocultar, passa a ser devassado e jogado na cova da propriedade comum, ou melhor, do fuxico comum, graças a estes fotogramas aéreos.
Tirar fotos de uma casa, a partir da rua, e disponibilizá-las? Não há como se vislumbrar quaisquer problemas, eis que as ruas são coisa pública. Mas... Sacar fotos aéreas e disponibilizá-las na Web para fofoqueiras de plantão — ou mexeriqueiros ad hoc — é outra coisa e completamente diferente. Com muros é possível as casas serem protegidas para não serem vistas por quem passa pela rua, como já o disse. Entrementes, o que fazer com quem passa por cima das casas? Enfim, existem limitações para nossa vigilância física.

Na Comunidade Européia, nos Estados Unidos da América nortista e no Canadá, a questão aqui discutida desperta, presentemente, incisivas discussões.
Há um caso em que um paparazzo foi condenado a indenizar a filha da princesa do Mônaco, Caroline, por tê-la fotografado do alto de uma árvore do lado oposto do muro que protegia sua casa. Alexandra, então com cinco anos, filha da princesa Caroline e do príncipe Ernst de Hannover, no final de 2004 recebeu a maior indenização já paga a um menor: US$ 94 mil.

O Código de Conduta da Comissão de Reclamações contra a Imprensa do Reino Unido também é incisivo quanto ao respeito à privacidade, tanto que dispõe que “intrusões e perguntas que invadam a vida privada de um indivíduo sem o seu consentimento, inclusive o uso de máquinas fotográficas de longo alcance para tirar fotos das pessoas em propriedade privada sem sua autorização geralmente não são aceitas e a publicação só pode ser justificada quando for de interesse público”. A União Europeia, por sua vez, discute as ações intrusivas do Google e do Yahoo!. Nos EUA, em março de 2008, “atendendo” a um pedido do Pentágono, o Google retirou de seu serviço as imagens online que dizem respeito a áreas militares, por se tratar de questão de segurança nacional.

Neste rincão supra-Equatorial [EUA], cidadãos, cônscios de suas prerrogativas constitucionais e infra-constitucionais, começam a processar o Google por invasão de privacidade. No entanto a política bushiana parece ter influenciado o Judiciário a desrespeitar a privacidade.

No Canadá o mesmo acontece.
O Google nos “dá” o direito de compartilharmos suas “maquininhas” fuxiqueiras para invadirmos a privacidade dos que nos são próximos. Mas em troca ele deseja ter acesso a nossos segredos mais íntimos — e os daqueles que nos são próximos.

Entre as últimas atrocidades perpetradas pelo Google se encontra o Google Latitude.
Seus lacaios [bajuladores], “aqueles que nada têm a esconder”, vociferarão: “mas quem não quiser utilizar este serviço não utiliza e ponto”. Só que a questão não é tão bisonha assim e certamente antes de eu concluir estas mal traçadas linhas, algum precoce (ou nem tanto) garoto já terá descoberto como habilitar o celular de um terceiro e, com o mecanismo disponibilizado pelo Google, monitorá-lo. Presentão para a indústria do sequestro.

Os sistemas informáticos estão mais espertos, não tenho dúvidas, do mesmo modo que aqueles que desafiam estes sistemas estão mais espertos. Por sua vez, os ciberativistas me parecem descafeinados e anoréxicos.

A grande ameaça, a real ameaça à sua privacidade — tenha em mente —, maior que o sistema institucional violador de direitos civis do governo da América supra Equatorial, é o Google. É inconteste que este perigo guarda charme e conquista as massas com a máxima: “Tudo que aqui é oferecido é grátis!” — como se existisse um almoço que não fosse pago por alguém.

Advogadas e advogados e procuradoras e procuradores e juízas e juízes e todos os profissionais do Direito: é hora de unirmos nossas forças e pensarmos em formas objetivas de frear a devassa de nossa privacidade porque, ao contrário dos Estados Unidos da América nortista e da Comunidade Europeia, nós, no Brasil, temos uma Constituição e Códigos para obstar tal prática.


Fonte: Diário da Profecia


Mafioso é preso graças a site pessoal na Itália

A polícia da Itália prendeu um dos mafiosos mais procurados do país, graças a um site de relacionamentos.

Pasquale Manfredi é apontado como chefe do clã Nicósia-Manfredi, que controla a região de Rizutto, na Calábria. Ele estava foragido desde novembro do ano passado.

Segundo autoridades, a prisão foi possível porque Manfredi acessava diariamente a página pessoal no site Facebook. A partir de um esconderijo, o mafioso usava um modem para usar a internet e o sinal acabou captado pela polícia.

Notícia publicada pelo Band News (16/03/2010)



Anzóis virtuais, não é mesmo?

Tendo 'em mãos' o IP do nosso computador, a rede consegue identificar em que cidade estamos; não temos como nos esconder ao navegar pela Web. Mas através de um pacote de ferramentas do Google, que além de úteis e fáceis de usar são indispensáveis, as liberdades individuais vem sofrendo maiores limitações, como vimos nessa matéria.


Tais ferramentas, indiscutivelmente, são interessantes, funcionais, úteis, gratuitas... Entretanto, elas tem o seu preço. Apesar de que sejam aparentemente inofensivas, nos bastidores é que as coisas 'acontecem'. No Orkut, por exemplo, você coloca tudo o que o Google precisa saber sobre a sua pessoa. Suas fotos, seus vídeos, onde você mora, quem são seus amigos, os lugares que frequenta... pronto! Um catálogo completo nas mãos da elite mundial (maçônica), sem esforço nenhum, em troca da sua conveniência. O mesmo ocorre com o Gmail, Youtube, Blogger (!), Google Earth e daí por diante. Estamos dando a cara pra bater, realmente.

Nós vivemos em um mundo de facilidades cada vez mais crescentes, mas à medida que estas facilidades crescem, o preço da conta aumenta. Não é de graça que inventaram o GPS e as maravilhas googlianas. Em um futuro próximo, creio que será possível encontrar qualquer pessoa no mundo, para que a marca da besta (o domingo) seja "insistentemente oferecida" e, portanto, "conscientemente imposta".


"Não vai longe o tempo em que a prova sobrevirá a toda alma. A marca da besta nos será recomendada com insistência. Os que, passo a passo, cederam às exigências do mundo e se sujeitaram a costumes mundanos não acharão difícil submeter-se aos poderes dominantes, de preferência a expor-se a escárnios, insultos, ameaças de prisão e morte. O conflito é entre os mandamentos de Deus e os mandamentos de homens". (Eventos Finais, página 173).


"...e quem viver, verá".

Um adendo a estas questões:

Alguém pode pensar... "Ah, mas isso é teoria de conspiração!"

Bom, na minha opinião, já existem PROVAS e não apenas EVIDÊNCIAS; portanto, não é correto dizer "TEORIA da conspiração" e sim "LEI da conspiração". Quer um exemplo? Os 'hackers' que descobriram a manipulação de dados para confirmar o grau antropogênico (causas humanas) do suposto aquecimento global. Todo mundo sabe que foi uma montagem, uma armação para ser usada na Conferência de Copenhague, realizada em 2009, e que acabou vazando. Essa conspiração tem apenas evidências de fraude? Não. As provas, isto é, os e-mails dos "cientistas" do IPCC, foram divulgados.


Para complementar:

"Ninguém (em são juízo e minimamente informado) nega que as tragédias climáticas têm aumentado. Elas são um sinal do fim prenunciado nas profecias bíblicas (o número crescente de terremotos é ainda mais evidente como sinal, já que esses eventos catastróficos independem da ação humana). O que deveria ficar claro é que há pessoas e grupos se utilizando da bandeira do aquecimento global para levar avante planos políticos e religiosos. Para isso, exageram o papel antropogênico (culpa humana) e se valem da engenharia social para manipular medos e aprovar leis que vão tolhendo as liberdades individuais e a soberania das nações".
Michelson Borges, do Blog Criacionismo.

segunda-feira, 15 de março de 2010

"Pode porventura vir alguma coisa boa da Rede Globo?"


Recebi este e-mail recentemente, e gostaria de compartilhar algumas coisas a respeito.

A SILENCIOSA INVESTIDA DA REDE GLOBO


Dias atrás eu conversava sobre a programação da Rede Globo, do padrão de qualidade, da audiência, do investimento gigantesco em publicidade e das inúmeras repetidoras espalhadas no Brasil e no mundo.

Acontece que a Globo, com todo esse poder de penetração na sociedade e dentro de nossas casas, vem introduzindo, silenciosamente, uma cultura de libertinagem, traição, adultério e rompimento com a célula familiar de forma sutil. Com o advento do BBB10 a Globo conseguiu o que ela vinha tentando há muito tempo, o beijo gay ao vivo.

Em duas cenas do BBB 10 aconteceram dois beijos Gay e, quando um deles foi "líder", a produção do programa teve o cuidado de colocar sobre uma estante a foto do beijo, com isso a Globo faz com que seus fiéis telespectadores vejam o beijo gay como algo comum e engraçado, ou seja, aceitável.
Agora, nas novelas globais o beijo gay vai acontecer, induzindo esse comportamento aos jovens e adolescentes, induzindo legisladores a criarem leis que abonem tal comportamento.

No mesmo BBB 10, uma das participantes declarou-se lésbica e com essa declaração todas as demais mulheres do programa se aproximaram dela sendo protagonizado o selinho lésbico no programa e todos os demais a apoiaram sob o manto sagrado do não preconceito.


Na novela Viver a Vida, o tema principal mostrado de forma engraçada e aceitável é a da traição e do adultério.
A Globo leva o telespectador ao absurdo de torcer para que um irmão traia o outro ficando com sua namorada. A traição nessa novela é a mola mestra da máquina, todos os personagens se traem, e isso é mostrado de forma comum, simples, corriqueiro.

Mas talvez, a investida mais evidente e absurda esta na novela das 6h, Cama de Gato.
A Globo superou todos os limites nessa novela ao colocar como tema uma música do grupo Titãs. Na música, nenhuma linha de sua letra se consegue tirar algo de poético, de aconselhável pra vida ou de apoio. A letra da música faz menção discarada do inimigo de nossas almas que deseja entrar em nossa casa (coração) e destruir tudo, tirarem tudo do lugar (destruir a célula familiar e nossa fé).

A música chega ao absurdo de dizer que devemos voltar à mesma prisão, a mesma vida de morte que vivíamos.
Amados amigos, fica o alerta, às vezes nem nos damos conta do real propósito de uma novela, de um programa, de uma música, e como Jesus esta às portas, as coisas do mal estão cada vez mais evidentes e claras. Até os incrédulos estão percebendo que algo esta errado.

Aproveito para trazer ao conhecimento a letra dessa música, cuidadosamente escolhida pela Globo para servir de tema da dita novela; música de abertura da novela.


Vamos deixar que entrem / Que invadam o seu lar
/ Pedir que quebrem / Que acabem com seu bem-estar / Vamos pedir que quebrem /O que eu construi pra mim / Que joguem lixo / Que destruam o meu jardim / Eu quero o mesmo inferno / A mesma cela de prisão - a falta de futuro / Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro / Vamos deixar que entrem / Que invadam o meu quintal / Que sujem a casa / E rasguem as roupas no varal / Vamos pedir que quebrem / Sua sala de jantar / Que quebrem os móveis / E queimem tudo o que restar / Vamos deixar que entrem / Como uma interrogação / Até os inocentes / Aqui já não tem perdão / Vamos pedir que quebrem / Destruir qualquer certeza / Até o que é mesmo belo / Aqui já não tem beleza / Vamos deixar que entrem / E fiquem com o que você tem / Até o que é de todos / Já não é de ninguém / Pedir que quebrem Mendigar pelas esquinas / Até o que é novo / Já esta em ruinas / Vamos deixar que entrem / Nada é como você pensa / Pedir que sentem / Aos que entraram sem licença / Pedir que quebrem / Que derrubem o meu muro / Atrás de tantas cercas / Quem é que pode estar seguro? / Eu quero o mesmo inferno / A mesma cela de prisão - a falta de futuro / O mesmo desespero

Imaginem tudo isso entrando em sua casa...

Quando você liga sua televisão, você abre uma janela para entrar em sua casa coisas boas ou ruins - isso é uma questão de escolha.
Imaginem nossas crianças cantando isso? Trazendo isso pra dentro do coração e da alma delas? Imaginem você cantando isso? Tente imaginar de onde o compositor dessa "pérola" tirou inspiração para compôr tamanha afronta?

Aí pergunto, pode porventura vir alguma coisa boa da Rede Globo?

Pensem nisso, anunciem isso, façam conhecer, livrem alguns dessa humilhação, dessa opressão, dessa falta de futuro, dessa cela de prisão.
Se você ama a sua família comente isso com os seus filhos e não deixe os seus amigos de fora. Esta situação não pode continuar.

Sandro Rocha Palma Consultor Técnico de Expansão -
Rede Novo Tempo de Comunicação

rocha7consultoria@fazbem.com


"Pode porventura vir alguma coisa boa da Rede Globo?"


Bom, em primeiro lugar, até pode vir. A Rede Globo, no ano passado, colaborou com a campanha do Mutirão de Natal organizado pela ADRA - Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, veiculando um comercial em sua programação.

Veja a matéria completa sobre o apoio da Globo ao Mutirão de Natal

Assista ao comercial


Agora, com relação aos programas exibidos pelo canal, não há o que discutir. Esses são os perversos valores de dramaturgia Globais, de uma emissora que detém a maior parcela da audiência televisiva no Brasil. Um amigo meu certa vez me falou que as pessoas parecem "zumbis" ao assistirem novelas, ou seja, ficam tão vidradas na telinha que parecem hipnotizadas.

Pessoalmente, eu vejo como inadmissível que um cristão permaneça com a sua televisão ligada na Globo ou em qualquer outro canal durante a exibição de programações desse nível. Muitas das expressões utilizadas, das ações, das trilhas sonoras, enfim... ferem as convicções espirituais e morais.


Certa vez, eu estava no meu quarto e, na sala, a TV foi ligada e estava sintonizada neste famigerado canal (Globo). Estava passando uma novela e, então, ouvi um personagem dizer: "O casamento é uma instituição falida".


Instituição falida???

Veja o que a Bíblia diz:
"Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará". Hebreus 13:4

Quem instituiu o casamento?

Deus disse: "Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne" (Gênesis 2:24). No jardim do Éden, antes do pecado, além de instituir o sábado, Deus instituiu o casamento (leia todo o capítulo 2).


Depois de assistir a uma cena como essa, que fala mal de Deus e daquilo que Ele estabeleceu, será que um cristão (ou alguém que seja temente a Deus) teria a coragem de continuar assistindo a essa novela até o fim, ouvindo o inimigo de nossas vidas promovendo suas doutrinas? Olha, se tivesse tal coragem, ele estaria precisando orar mais e estudar um pouco mais a Bíblia.

Cada um julgue por si mesmo e veja se não é prejuducial à sua saúde espiritual e mental estar exposto a este tipo de "entretenimento".

Faça esse teste, encontrado no livro "Nos Bastidores da Mídia" de Michelson Borges, para saber se as novelas são ou não próprias para um cristão assistir (se é que você ainda tem dúvida). Responda às perguntas (Sim ou Não):

1. Homem aparece com [várias mulheres] ou tem várias mulheres?

2. O dinheiro está acima de tudo?

3. Deus nunca está em primeiro lugar?

4. Os crentes [pessoas religiosas], quando aparecem, são ridicularizados?
5. Você pode fazer qualquer coisa "em nome do bem"?

6. Pais traem os filhos e vice-versa?

7. Irmão "rouba" mulher de irmão?
8. Cigarro, bebida, nudez e sexo aparecem à vontade?


"Se a maior parte das respostas foi "Sim", é óbvio que o sistema de valores das novelas não condiz com os que um cristão deve adotar. Na dúvida, leia Filipenses 4:8, o aferidor ideal".

A decisão é só nossa. A Globo não vai parar por aí. O controle (remoto) está nas mãos de quem assiste e não das emissoras.

"Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus". Gálatas 5:18-21

quarta-feira, 3 de março de 2010